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Moçambicana deu à luz numa árvore e aguardou dois dias por ajuda

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Marinha resgata mulher Moçambique 1
Foto: Facebook Marinha Portuguesa

Uma mulher moçambicana deu à luz em cima de uma árvore, na província de Manica, na companhia de outro filho, de dois anos, onde procurou refúgio após as cheias provocadas pela passagem do ciclone Idai, escreve a Lusa.

O relato foi feito pela própria, citada num comunicado do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

“Estava com o meu filho de dois anos quando de repente, sem aviso, as águas começaram a entrar em minha casa. Não tive outra opção se não saltar para o topo de uma mangueira por perto”, explicou Amélia, a mulher que entrou em trabalho de parto durante a passagem do Idai.

“Depois as dores começaram e eu não tinha ninguém por perto para me ajudar. Em poucas horas, nasceu a minha bebé Sara, no topo dessa mangueira. Estava completamente sozinha com a Sara e com o meu filho”, detalhou a moçambicana, que diz ter ficado em cima daquela árvore durante mais dois dias depois do nascimento de Sara.

Amélia, uma mãe solteira que diz não saber a sua idade, acrescentou que foram os vizinhos que a ajudaram a descer da árvore, que lhe garantiu a sobrevivência, e aos filhos.

Amélia e os seus dois filhos estão no centro de alojamento de Nhamhemba, em Dombe, província de Manica, que acolhe algumas das 1,3 milhões de pessoas afetadas pela passagem do ciclone em Moçambique.

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GNR apreendeu atum-rabilho com mais de 200 quilos em Ílhavo

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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu na quarta-feira, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, um exemplar de atum-rabilho com 205 quilogramas, bem como 226 quilogramas de pescado fresco de diversas espécies, num valor estimado de 6.980 euros.

Segundo um comunicado da GNR, o pescado foi descarregado de uma embarcação de pesca costeira “sem cumprir com as obrigações respeitantes ao registo obrigatório no diário de pesca das quantidades estimadas de cada espécie, bem como a respetiva notificação prévia antes de chegada a porto”.

A GNR informa que, de acordo com a legislação em vigor, o atum-rabilho faz parte de uma das oito espécies de atum pertencentes à família “Scombridae”, sendo uma espécie e predador de topo, com elevada importância para a pesca comercial e que está em perigo de extinção.

“Foi identificado o mestre da embarcação e elaborado o respetivo auto de contraordenação pelas infrações de não registo obrigatório no diário de pesca e notificação prévia antes de chegada a porto, cujas coimas podem atingir os valores de 75 mil euros e os 125 mil euros, respetivamente”, refere a mesma nota.

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