Ligue-se a nós

Atualidade

Moçambicana deu à luz numa árvore e aguardou dois dias por ajuda

Publicado

Marinha resgata mulher Moçambique 1
Foto: Facebook Marinha Portuguesa

Uma mulher moçambicana deu à luz em cima de uma árvore, na província de Manica, na companhia de outro filho, de dois anos, onde procurou refúgio após as cheias provocadas pela passagem do ciclone Idai, escreve a Lusa.

O relato foi feito pela própria, citada num comunicado do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

“Estava com o meu filho de dois anos quando de repente, sem aviso, as águas começaram a entrar em minha casa. Não tive outra opção se não saltar para o topo de uma mangueira por perto”, explicou Amélia, a mulher que entrou em trabalho de parto durante a passagem do Idai.

“Depois as dores começaram e eu não tinha ninguém por perto para me ajudar. Em poucas horas, nasceu a minha bebé Sara, no topo dessa mangueira. Estava completamente sozinha com a Sara e com o meu filho”, detalhou a moçambicana, que diz ter ficado em cima daquela árvore durante mais dois dias depois do nascimento de Sara.

Amélia, uma mãe solteira que diz não saber a sua idade, acrescentou que foram os vizinhos que a ajudaram a descer da árvore, que lhe garantiu a sobrevivência, e aos filhos.

Amélia e os seus dois filhos estão no centro de alojamento de Nhamhemba, em Dombe, província de Manica, que acolhe algumas das 1,3 milhões de pessoas afetadas pela passagem do ciclone em Moçambique.

Atualidade

Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

Publicado

Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

Continue a ler

Populares