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Ministério Público investiga morte de bebé após alta do hospital de Évora

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Hospital Saúde Médico

O Ministério Público (MP) abriu um inquérito para apurar as circunstâncias da morte de uma bebé de 20 meses, poucas horas depois de ter tido alta do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE).

Questionado pela agência Lusa, o MP da Comarca de Évora indicou a abertura “de expediente” relacionado com o caso, no âmbito do qual serão desenvolvidas “todas as diligências de investigação” para “o apuramento das circunstâncias em que ocorreu a morte, incluindo a realização de autópsia médico-legal”.

“Em caso de morte por causa ignorada ou desconhecida, em regra, procede-se à realização de autópsia médico-legal, sendo que esta tem lugar no âmbito de inquérito”, acrescentou o MP, numa resposta enviada à Lusa por correio eletrónico.

Segundo um comunicado do HESE enviado à Lusa, a bebé deu entrada no Serviço de Urgência Pediátrica (SUP) do hospital, na terça-feira, após ser transportada pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) com “um quadro de paragem cardiorrespiratória”.

“Foi assistida pelas equipas de profissionais do SUP e de Urgência Geral, que realizaram todas as manobras de reanimação, sem sucesso”, realçou o HESE, indicando que foi prestada “assistência psicológica aos pais, após o sucedido”.

De acordo com o hospital de Évora, a criança já tinha dado entrada no HESE, na segunda-feira, por apresentar sintomas de laringite, permaneceu na unidade para vigilância e teve alta na manhã de terça-feira, por apresentar uma “franca melhoria” do seu quadro clínico.

“Aparentemente, os dois episódios de urgência não estarão relacionados. Todavia, os resultados da autópsia esclarecerão a causa de morte”, acrescentou o HESE.

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Prisão preventiva para suspeita de matar marido em Alenquer

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A mulher suspeita de matar o companheiro com uma faca em Alenquer, no distrito de Lisboa, vai aguardar julgamento em prisão preventiva, depois de ter sido hoje presente a tribunal, disse à agência Lusa fonte da PJ.

No domingo à noite, depois de ter sido esfaqueado – alegadamente pela companheira, de 30 anos -, o homem meteu-se no automóvel e conduziu até um café da aldeia vizinha de Vila Verde dos Francos, também no distrito de Lisboa, para pedir ajuda, explicou à agência Lusa fonte policial.

Alertadas as autoridades, a vítima, de 33 anos, foi sujeita a manobras de reanimação, mas acabou por não resistir aos ferimentos e morreu dentro da ambulância à porta do café.

As autoridades policiais deslocaram-se à residência do casal e encontraram a mulher com sangue.

A arguida admitiu às autoridades ter sido a autora da facada, justificando que era vítima de violência doméstica, e foi detida pela Polícia Judiciária.

O casal tem dois filhos, que não presenciaram o crime e que foram entregues a familiares da arguida.

A Polícia Judiciária está a investigar as causas do crime.

 

Com Lusa

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