Ligue-se a nós

Atualidade

Ministério Público investiga 30 autarcas do PS e PSD por viagem a Istambul

Publicado

O presidente e o vice-presidente da Câmara Municipal de Penamacor foram acusados pelo Ministério Público do crime de recebimento indevido de vantagem, por terem participado numa viagem a Istambul, Turquia, com todas as despesas pagas por uma empresa de informática fornecedora da autarquia, avança o jornal Público (acesso pago).

Ainda segundo o jornal, por causa da mesma viagem estão ainda a ser investigados autarcas de mais 14 municípios, todos governados por PS ou PSD.

O Ministério Público pediu a perda de mandato dos dois autarcas de Penamacor e a sua condenação ao pagamento de 885 euros cada um, o valor que corresponderá à vantagem indevida que terão recebido.

A viagem foi realizada em abril de 2015, a convite da Ano – Sistemas de Informação e Serviços, da qual o sócio-gerente, Manuel da Cunha Amorim, também está acusado do mesmo crime, mas na forma agravada.

O Ministério Público argumenta que a viagem foi organizada para deixar os autarcas mais recetivos às propostas da empresa e que esta foi uma viagem de cariz “lúdico e recreativo”, tendo apenas duas reuniões de trabalho na agenda.

O DIAP de Coimbra está ainda a investigar autarcas de Amarante, Amares, Baião, Cabeceiras de Basto, Ferreira do Alentejo, Leiria, Marco de Canaveses, Mêda, Mondim de Basto, Nordeste, Pinhel, Póvoa de Lanhoso, Santa Maria da Feira e Vila Nova de Famalicão e das empresas municipais Ecalma, de Almada, e Vimágua, de Guimarães.

Atualidade

Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

Publicado

Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

Continue a ler

Populares