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Atualidade

Ministério Público abre inquérito a circunstâncias da morte de Ruben de Carvalho

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O Ministério Público abriu um inquérito para apurar eventual negligência hospitalar no internamento do histórico dirigente do PCP Ruben de Carvalho, que morreu na terça-feira em Lisboa com 74 anos, confirmou à Lusa a Procuradoria-Geral da República.

“Confirma-se a existência de um inquérito dirigido pelo Ministério Público do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa”, respondeu a procuradoria à agência Lusa.

Segundo o Observador, Ruben de Carvalho deu entrada no hospital de Santa Maria, em Lisboa, com queixas na vesícula. Três a quatro semanas antes da morte, o jornalista e histórico responsável da Festa do Avante! sofreu uma queda enquanto estava internado — em circunstâncias agora sob investigação — e bateu com a cabeça.

Ainda segundo a publicação, no mesmo dia, Ruben de Carvalho foi visitado pela mulher, Madalena Santos, funcionária da Câmara de Lisboa, com quem terá comentado a queda. Mas poucas horas depois, o antigo chefe de redação do Avante! entrou em coma — tendo vindo a morrer cerca de três semanas mais tarde.

Atualidade

GNR apreendeu atum-rabilho com mais de 200 quilos em Ílhavo

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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu na quarta-feira, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, um exemplar de atum-rabilho com 205 quilogramas, bem como 226 quilogramas de pescado fresco de diversas espécies, num valor estimado de 6.980 euros.

Segundo um comunicado da GNR, o pescado foi descarregado de uma embarcação de pesca costeira “sem cumprir com as obrigações respeitantes ao registo obrigatório no diário de pesca das quantidades estimadas de cada espécie, bem como a respetiva notificação prévia antes de chegada a porto”.

A GNR informa que, de acordo com a legislação em vigor, o atum-rabilho faz parte de uma das oito espécies de atum pertencentes à família “Scombridae”, sendo uma espécie e predador de topo, com elevada importância para a pesca comercial e que está em perigo de extinção.

“Foi identificado o mestre da embarcação e elaborado o respetivo auto de contraordenação pelas infrações de não registo obrigatório no diário de pesca e notificação prévia antes de chegada a porto, cujas coimas podem atingir os valores de 75 mil euros e os 125 mil euros, respetivamente”, refere a mesma nota.

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