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Milhares de enfermeiros marcham vestidos de branco em Lisboa

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Facebook Sindicato Enfermeiros Portugueses (SEP)

Com o objetivo de homenagear a profissão, a “Marcha Branca pela Enfermagem” vai partir às 15h00 da zona do Parque da Bela Vista em direção ao hospital Santa Maria, em Lisboa.

A iniciativa que conta com o apoio de vários sindicatos do setor,  é promovida pelo Movimento Nacional de Enfermeiros e ocorre depois de um período de forte contestação, com greves em blocos operatórios que levou o Governo a decretar  uma requisição civil.

O desfile coincide com o Dia da Mulher e será também uma forma de assinalar “uma das figuras centrais da enfermagem”, Florence Nightingale, enfermeira que no século XIX mudou o paradigma da profissão, tendo sido considerada pioneira no tratamento a feridos de guerra, durante a Guerra da Crimeia.

Alguns sindicatos, como a Associação Sindical Portuguesa dos Enfermeiros (ASPE), convocaram para hoje uma greve nacional de enfermeiros para permitir a participação de mais profissionais no desfile.

 

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As pessoas só se tornam ‘completamente adultas’ aos 30 anos, diz neurocientista

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Jovens Pessoas Grupo

Quando começa a vida adulta? Na maior parte dos países, ao completar 18 anos, já se pode votar, comprar bebidas alcoólicas, obter financiamento imobiliário e ser julgado criminalmente.

Segundo a BBC, que cita um grupo de neurocientistas, as pessoas só se tornam “completamente adultas” aos 30 anos.

De acordo com os investigadores, aos 18 anos, o cérebro ainda está a passar por mudanças que podem afetar o comportamento dos jovens, deixando-os, inclusive, mais propensos a desenvolver transtornos mentais.

Peter Jones, professor da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, destaca que essa transição não acontece de um dia para o outro.

“O que estamos a dizer realmente é que ter uma definição clara de quando se você passa da infância para a idade adulta parece algo cada vez mais absurdo.”

Os cientistas dizem que o cérebro se desenvolve em diferentes momentos para cada pessoa. “É uma transição muito mais subtil que ocorre ao longo de três décadas”, explica o pesquisador, que participa de um encontro de neurociências promovido pela Academia de Ciências Médicas de Oxford, no Reino Unido.

Segundo ele, a adoção de uma “linha divisória” é apenas uma questão de “conveniência”.

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