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Miguel Oliveira quer “dar a volta” e melhorar na próxima prova de MotoGP

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O piloto português Miguel Oliveira (KTM) quer “dar a volta” e “melhorar” o 11.º lugar com que terminou o GP de São Marino no domingo passado já no próximo fim de semana, no mesmo circuito de Misano.

Em declarações divulgadas pela equipa Tech3, pela qual alinha o piloto de Almada, Miguel Oliveira mostrou-se “entusiasmado para voltar à ação outra vez no fim de semana”.

“A nossa motivação é dar a volta ao resultado [do passado fim de semana] e melhorá-lo”, disse o piloto de Almada.

O piloto português diz que é preciso, sobretudo, “assegurar uma melhor posição na qualificação”, o que “ajudaria bastante a conseguir um melhor lugar durante a corrida”, concluiu Miguel Oliveira.

O piloto da KTM Tech3 é, atualmente, o 10.º classificado do Mundial de pilotos, com 48 pontos.

Miguel Oliveira concluiu hoje um dia de testes oficiais em MotoGP com o 13.º melhor tempo, após duas sessões disputadas no circuito de Misano, em Itália.

Miguel Oliveira conseguiu a sua melhor volta na primeira sessão, rodando em 1.32,529 minutos, ficando a 997 milésimos de segundo do melhor tempo do dia, do espanhol Maverick Viñales (Yamaha).

Nesta sessão, Oliveira fez 18 voltas, rodando mais 14 da parte da tarde, com o seu melhor tempo a situar-se em 1.32,565 minutos.

Comparativamente com o GP de São Marino do passado fim de semana, o piloto luso piorou ligeiramente, pois, no sábado, tinha conseguido a sua melhor volta em 1.32,323 minutos.

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Programa Apoiar reforça apoios para empresas encerradas devido à pandemia

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A alteração ao regulamento do programa Apoiar determina novos apoios para as empresas que se mantêm encerradas devido à pandemia de covid-19, designadamente bares e discotecas, anunciou hoje o Governo.

Numa nota enviada às redações, o gabinete do ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, destaca que “este reforço da liquidez” se traduz “numa duplicação do apoio extraordinário já atribuído, correspondente ao valor do incentivo apurado referente ao último trimestre de 2020”.

A medida visa “melhorar as condições de tesouraria das empresas para fazerem face aos compromissos de curto prazo, contribuindo para a sua subsistência durante e após o surto pandémico”, é salientado no comunicado.

O gabinete de Siza Vieira refere que, no caso das empresas com quebras de faturação entre os 25% e os 50%, “o reforço do apoio pode atingir os 13.750 euros para as microempresas e os 33.750 euros para as pequenas, médias e grandes empresas”.

“Caso as quebras tenham sido superiores a 50%, o apoio pode ascender a 20.625 euros ou 50.625 euros, respetivamente”, é acrescentado.

A alteração ao regulamento do programa Apoiar aplica-se retroativamente às candidaturas que já foram aprovados e o ajustamento dos valores a receber será feito de forma automática, depois de confirmadas as condições de acesso, explica o Governo.

Lusa

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