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Mercado Abastecedor de Lisboa a funcionar “em pleno” pede aos consumidores que evitem corrida às lojas

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Supermercado Fruta Legumes

O MARL – Mercado Abastecedor da Região de Lisboa garantiu na terça-feira que a sua atividade está a funcionar em pleno e “sem problemas” e apelou aos consumidores para “não correrem às lojas e supermercados”.

Em comunicado, e a propósito dos efeitos comerciais da pandemia da covid-19, a administração do MARL assegura que os seus serviços estão a funcionar em pleno, possibilitando o “abastecimento de bens essenciais aos 3,4 milhões de habitantes da sua zona de influência”.

“Tendo em conta o momento que o país enfrenta [pandemia], fazemos um apelo para que a corrida às lojas e supermercados não aconteça por parte dos consumidores”, é sublinhado.

De acordo com a nota, o MARL congrega atualmente cerca de 900 empresas, entre pequenos produtores e grossistas, médias e grandes empresas nacionais e multinacionais, nas áreas das frutas, legumes, pescado, Cash & Carry, flores, logística e transportes e produtos farmacêuticos, entre outras.

As empresas que estão sediadas no MARL abastecem as bases das grandes cadeias de supermercados, mercearias, lojas de conveniência, mercados e farmácias.

Na nota, a administração do MARL refere também que tem em vigor desde 06 de março o seu plano de contingência, no âmbito do qual reforçou os dispensadores de produto desinfetante e a limpeza dos espaços exteriores com equipas profissionais.

O MARL adianta também que o horário de venda foi alargado, sendo agora das 15:30 às 23:00 de forma a dispersar o número de utilizadores, evitando a concentração de compradores.

Atualidade

Brasil volta a somar mais de mil mortes em 24 horas e aproxima-se dos 144 mil óbitos

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Brasil bandeira

O Brasil voltou hoje a registar mais de mil mortes em 24 horas (1.031) devido à covid-19 e aproxima-se dos 144 mil óbitos (143.952) desde o início da pandemia, informou o executivo.

A última vez que o Governo brasileiro somou mais de mil vítimas mortais diárias devido ao novo coronavírus foi em 15 de setembro, quando o país contabilizou 1.113 óbitos.

De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, 486 das 1.031 mortes ocorreram nos últimos três dias, mas só foram incorporadas nos dados de hoje, após confirmação da causa de óbito.

Em relação ao número de casos confirmados, o Brasil ultrapassou hoje os 4,8 milhões de infetados (4.810.935), sendo que 33.413 infeções ocorreram nas últimas 24 horas.

As autoridades de Saúde do país sul-americano investigam ainda a eventual relação de 2.466 óbitos com a doença causada pelo novo coronavírus.

No total, 4.180.376 pacientes diagnosticados já recuperaram da doença no Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia, enquanto que 486.607 infetados estão sob acompanhamento médico.

São Paulo (985.628), Bahia (310.526), Minas Gerais (295.169) e Rio de Janeiro (264.783) são os estados que concentram o maior número de casos positivos da doença.

Já as unidades federativas com mais mortes são São Paulo (35.622), seguido pelo Rio de Janeiro (18.487), Ceará (8.994) e Pernambuco (8.251).

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recomendou hoje que medidas de prevenção contra a covid-19 sejam reforçadas em Manaus e no restante estado do Amazonas.

Numa nota técnica, a fundação observa a tendência de subida dos casos do novo coronavírus e afirma que a situação “é fortemente influenciada pelos registos associados a residentes de Manaus”.

“Em ambos os casos, esse crescimento ainda é relativamente lento, porém persistente, o que sugere a necessidade de reavaliação de eventuais medidas de flexibilização do distanciamento físico já adotadas ou planeadas para as próximas semanas”, defende o documento.

A instituição salienta que a situação é reversível, desde que medidas de proteção e isolamento voltem a ser cumpridas.

O pico da covid-19 no Amazonas ocorreu entre os meses de abril e maio, quando os sistemas de saúde e funerário entraram em colapso na capital estadual, Manaus.

Uma investigação da Fiocruz indica que Manaus vive uma segunda vaga da doença e sugere ‘lockdown’ (bloqueio total de circulação de pessoas) para conter o avanço, medida já descartada pelo governo local.

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