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Mercado Abastecedor de Lisboa a funcionar “em pleno” pede aos consumidores que evitem corrida às lojas

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Supermercado Fruta Legumes

O MARL – Mercado Abastecedor da Região de Lisboa garantiu na terça-feira que a sua atividade está a funcionar em pleno e “sem problemas” e apelou aos consumidores para “não correrem às lojas e supermercados”.

Em comunicado, e a propósito dos efeitos comerciais da pandemia da covid-19, a administração do MARL assegura que os seus serviços estão a funcionar em pleno, possibilitando o “abastecimento de bens essenciais aos 3,4 milhões de habitantes da sua zona de influência”.

“Tendo em conta o momento que o país enfrenta [pandemia], fazemos um apelo para que a corrida às lojas e supermercados não aconteça por parte dos consumidores”, é sublinhado.

De acordo com a nota, o MARL congrega atualmente cerca de 900 empresas, entre pequenos produtores e grossistas, médias e grandes empresas nacionais e multinacionais, nas áreas das frutas, legumes, pescado, Cash & Carry, flores, logística e transportes e produtos farmacêuticos, entre outras.

As empresas que estão sediadas no MARL abastecem as bases das grandes cadeias de supermercados, mercearias, lojas de conveniência, mercados e farmácias.

Na nota, a administração do MARL refere também que tem em vigor desde 06 de março o seu plano de contingência, no âmbito do qual reforçou os dispensadores de produto desinfetante e a limpeza dos espaços exteriores com equipas profissionais.

O MARL adianta também que o horário de venda foi alargado, sendo agora das 15:30 às 23:00 de forma a dispersar o número de utilizadores, evitando a concentração de compradores.

Atualidade

MAI apela a empresas para facultarem documento que justifique deslocações

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O ministro da Administração Interna alertou hoje para as restrições de circulação durante o período da Páscoa e por isso apelou às empresas para que facultem aos trabalhadores um documento que justifique as deslocações fora do concelho de residência.

Em conferência de imprensa realizada após a quinta reunião da estrutura de monitorização do estado de emergência, realizada no Ministério da Administração Interna, Eduardo Cabrita disse que, entre os dias 09 e 13 de abril, vai haver “um conjunto de restrições à circulação muito significativas”, sublinhando que, durante este período, “apenas por razões imperiosas de saúde ou de urgência” e de trabalho se pode sair do concelho de residência.

Nesse sentido, apelou às entidades patronais para que preparem um documento que justifique, durante esse período da Páscoa, as deslocações fora do concelho da residência, indicando em que atividade trabalha e qual a razão.

O estado de emergência foi hoje renovado até 17 de abril com mais medidas restritivas, nomeadamente a proibição de grupos na rua com mais de cinco pessoas, além de regras mais apertadas de circulação para o período da Páscoa, como encerramento dos aeroportos e proibição de circulação fora do concelho de residência.

O ministro sublinhou que as polícias municipais vão ter mais poderes, passando atuar numa “cooperação expressa com as forças de segurança”.

O novo decreto do estado de emergência dá também, segundo Eduardo Cabrita, mais poderes às juntas de freguesias, que têm um “papel ativo muito importante” na consciencialização dos portugueses.

O ministro sublinhou que as juntas de freguesia têm agora “competência expressa de aconselhamento, recomendação e comunicação” às forças de segurança de situações de incumprimento.

 

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