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Menos mortes nas estradas, mas mais acidentes e feridos graves face a 2018

O distrito de Lisboa foi o distrito com mais feridos graves (289), seguido do Porto (209) e de Faro (206).

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O número de mortos nas estradas portugueses desceu entre 01 de janeiro e 30 de novembro relativamente ao período homólogo, mas o número de acidentes e de feridos graves subiu, segundo dados provisórios oficiais.

De acordo com o último balanço da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), relativo a 11 meses, morreram 435 pessoas nas estradas, menos 21 do que no período homólogo (456).

Entre 01 de janeiro e 30 de novembro deste ano foram registados 122.322 acidentes, mais 1.572 do que no período homólogo (120.750).

No mesmo período ficaram feridas com gravidade 2.048 pessoas, mais 107 do que nos 11 meses de 2018.

A ANSR indica também que 38.332 pessoas sofreram ferimentos ligeiros, mais 647 do que em igual período do ano passado (37.685).

O balanço da ANSR, que reúne dados da GNR e PSP, destaca também que na última semana de novembro (22 a 30 de novembro) morreram seis pessoas e 48 ficaram feridas com gravidade na sequência de acidentes rodoviários.

Entre 01 de janeiro e 30 de novembro deste ano, o distrito com maior número de mortos foi o do Porto (53), seguido de Lisboa (43), Braga (34), Aveiro e Santarém (ambos com 32).

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Portugal cai oito posições no Índice de Desempenho das Alterações Climáticas

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Portugal caiu oito lugares no Índice de Desempenho das Alterações Climáticas (CCPI na sigla original), com o desempenho do país a descer em quase todas as categorias, segundo o “Índice 2020”.

Com a pior posição de sempre, Portugal está agora no 25.º lugar, o que corresponde a um desempenho médio (era de desempenho alto em 2018), destacando-se apenas, pela positiva, em relação às políticas climáticas.

O Índice CCPI 2020 (Climate Change Performance Índex) é divulgado hoje em Madrid no âmbito da cimeira do clima (COP25) que decorre na capital espanhola até sexta-feira.

Na categoria de emissões com gases com efeito de estufa, Portugal tem uma classificação muito baixa especialmente pelo aumento das emissões entre 2012 e 2017 (no ano passado reduziu 09% as emissões de dióxido de carbono, a maior redução da União Europeia).

“O fim da crise económica refletiu-se no aumento do uso e das emissões de energia, e especialmente os efeitos das alterações climáticas amplificando as secas, são as principais causas para a queda no ranking”, refere o documento.

Nele lembra-se também os grandes incêndios de 2017, e diz-se que devido às secas o país não pode recorrer à energia hidroelétrica da mesma forma e ao contrário teve de usar os combustíveis fósseis, o que justifica a baixa classificação na categoria das energias renováveis e uso de energia.

“Especialistas nacionais criticam que apesar da implementação de um imposto sobre o carbono e combustíveis fósseis em 2018, o Governo continuou a dar benefícios fiscais de 2,3 milhões de euros para o carvão, em 2018”, diz-se no documento.

A nível global o documento coloca a Suécia a liderar, no quarto lugar (os três primeiros não são atribuídos porque os responsáveis do CCPI consideram que nenhum país os merece), seguida da Dinamarca, que subiu 10 posições, e de Marrocos, que fica em sexto lugar.

Os Estados Unidos aparecem como o país com pior desempenho, seguido no final da lista pela Arábia Saudita e pela Austrália. A China, o país com mais emissões do mundo, subiu três posições e está no 30.º lugar.

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