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Menina de 3 anos sozinha em casa durante 14 horas em Lisboa

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A polícia deteve um casal, de 27 e 28 anos, por deixarem a filha, de 3 anos, sozinha em casa durante 14 horas , na freguesia da Estrela, em Lisboa.

A PSP teve conhecimento de que estaria uma criança a chorar numa varanda sozinha. Sem conseguir contactar os moradores, os polícias acionaram meios para entrarem na habitação e retirar a criança, visto estar em perigo a sua integridade física”, explica o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, em comunicado hoje divulgado.

A criança, assustada, “não tinha acesso a alimentos ou água e apresentava uma coloração encarnada na face”, indicando “que esteve exposta à radiação solar na varanda”, segundo o mesmo comunicado.

A menina foi levada para o Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, e, após ter alta hospitalar, “foi encaminhada para uma casa de abrigo, onde se encontra institucionalizada até ao momento”.

Durante a detenção e confrontados com os factos, os pais da menina admitiram ter deixado a criança sozinha em casa desde o início da tarde de sexta-feira, durante cerca de 14 horas”, conta o Comando , acrescentando que a detenção ocorreu pelas 03:40 de sábado.

Fonte policial disse hoje à agência Lusa que o casal, de nacionalidade ucraniana, não é residente em Portugal.

Os detidos foram presentes na Instância Criminal do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, tendo-lhes sido aplicada a medida de coação de termo de identidade e residência.

O processo está agora com o Ministério Público.

Lusa

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Covid-19: Estadia em Portugal de pessoas que vêm de áreas afetadas sem restrições – DGS

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) informou hoje que não existem restrições à estadia em Portugal de crianças, jovens e adultos que regressem de uma área de transmissão ativa do novo coronavírus (Covid-19), mas faz recomendações.

Numa nota publicada na sua página da Internet, a DGS sublinha que não há restrições para quem regresse de área com transmissão comunitária ativa do novo coronavírus como o Norte de Itália, China, Coreia do Sul, Singapura, Japão ou Irão.

No entanto, a DGS aconselha que durante 14 dias essas pessoas estejam atentas ao aparecimento de febre, tosse ou dificuldade respiratória, devendo medir a temperatura corporal duas vezes por dia e registar os valores.

Aconselha também a verificarem se alguma das pessoas com quem convivem de perto, desenvolvem sintomas (febre, tosse ou dificuldade respiratória) e caso apareça algum dos sintomas referidos (no próprio ou nos seus conviventes), não devem deslocar-se de imediato aos serviços de saúde.

A DGS recomenda também as pessoas a ligarem para o número da Linha Saúde 24 (800 24 24 24) e a seguir as orientações indicadas.

“Lavar frequentemente as mãos, com água e sabão, esfregando-as bem durante pelo menos 20 segundos e reforçar a lavagem das mãos antes e após a preparação de alimentos ou as refeições, após o uso da casa de banho e sempre que as mãos estejam sujas”, são outras recomendações da DGS.

As pessoas devem também, segundo a DGS, usar em alternativa, para higiene das mãos, uma solução à base de álcool, usar lenços de papel (de utilização única) para se assoar, deitar os lenços usados num caixote do lixo e lavar as mãos de seguida e tossir ou espirrar para o braço com o cotovelo fletido, e não para as mãos.

A DGS recomenda ainda evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca com as mãos sujas ou contaminadas com secreções respiratórias, permanecer em locais fechados e muito frequentados nos 14 dias após o regresso e evitar o contacto físico com outras pessoas.

O balanço provisório da epidemia do coronavírus Covid-19 é de 2.800 mortos e mais de 82 mil pessoas infetadas, de acordo com dados reportados por 48 países e territórios.

Das pessoas infetadas, mais de 33 mil recuperaram.

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