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Médicos suspeitam que modelo brasileiro que morreu tinha doença congénita

Tales Soares, de 26 anos, morreu depois de uma queda durante o desfile na São Paulo Fashion Week.

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Foto: Instagram

O responsável pela agência do modelo BASE mgt, Rogério Campaneli, afirmou que os médicos do Hospital brasileiro Sorocabano suspeitam da existência de uma doença congénita.

Ainda segundo o agente, à Folha de S. Paulo, “Os médicos que conversaram com a gente falaram que quando Tales caiu, a morte cerebral já existia. Os médicos tentaram durante 1h20 a reanimação do coração. Mas o socorro não iria adiantar.”

Tales estava na agência há um ano e oito meses, estava em “plena ascensão”, era “muito focado”, de acordo com o agente Campaneli.

Tales Soares morreu este sábado, durante a 47.ª edição da São Paulo Fashion Week, após ter caído inanimado na passerelle. O modelo brasileiro começou a espumar pela boca depois da queda. O DJ interrompeu a música e os bombeiros assistiram o modelo que pouco depois já estava a ser transportado numa maca para o hospital.

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Subiu para 13 o número de pessoas infetadas no hospital de S. José

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Hospital Saúde Médico

O surto de covid-19 no hospital de S. José, em Lisboa, atingiu mais uma pessoa, sendo agora 13 aqueles que testaram positivo à doença, segundo fonte do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central.

Um funcionário de limpeza do hospital teve também um teste positivo à Covid-19, juntando-se aos sete doentes, quatro enfermeiros e um assistente operacional, que já eram conhecidos.

Os sete doentes infetados, que foram transferidos para o hospital Curry Cabral, vão repetir o teste dentro de oito dias, adiantou a mesma fonte.

Na sequência deste surto, que teve início na quarta-feira, foram realizados 109 testes aos profissionais do hospital, aguardando-se o resultado de 15 resultados.

 Na quinta-feira, a presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, Rosa Valente de Matos, disse, em conferência de imprensa, que foram ativados todos os procedimentos no hospital e que não há motivo para alarme.

“O Hospital de São José tem tomado e continuará a tomar todas as medidas de segurança para que os doentes possam vir com segurança ao hospital, ao nosso serviço de urgência e às nossas consultas externas”, disse Rosa Valente de Matos, num discurso em que tentou “acalmar a tranquilizar as pessoas”.

Na quarta-feira de manhã, um doente internado no serviço de cirurgia começou a apresentar sinais clínicos de possível infeção de sars-cov2, acabando por testar positivo.

Na mesma conferência de imprensa, João Varandas Fernandes, da direção clínica do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, sublinhou que foram cumpridas todas as normas de segurança, tanto do ponto de vista médico como clínico, e que não há perigo.

“Podem vir aos nossos serviços de urgência e consultas, que continuamos atentos e a trabalhar as horas que forem necessárias”, disse.

Os últimos dados conhecidos da Direção-Geral da Saúde, morreram 1.644 doentes infetados com Covid num total 45.277 casos conhecidos.

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