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Médicos de Medicina Legal agendam greve para 26 e 27 de junho

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Os médicos do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) vão estar em greve nos dias 26 e 27 de junho, anunciaram hoje os dois sindicatos médicos que convocam conjuntamente a paralisação.

“Pela primeira vez, e por responsabilidade do Governo, é inevitável uma greve dos médicos do INMLCF, não desejada pelos sindicatos médicos, mas necessária para apelar ao bom senso negocial”, referem o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) num comunicado conjunto para anunciar as datas da greve.

Na quarta-feira, o SIM já tinha indicado que os médicos avançariam este mês para uma greve de dois dias, tendo hoje sido divulgada a data concreta: 26 e 27 de junho.

Os sindicatos têm alertado para a falta de meios no Instituto de Medicina Legal e acusam a ministra da Justiça de “não mostrar qualquer respeito por estes médicos, ao desconsiderar a Medicina Legal e ao não receber os sindicatos médicos”.

Entre as causas estão ainda as recentes denúncias da Ordem dos Médicos a propósito das “múltiplas insuficiências da Medicina Legal”, como a carreira congelada, o êxodo dos médicos ou a insuficiência de pessoal no INMLCF.

“A contínua saída dos médicos do INMLCF e o envelhecimento daqueles que vão resistindo às contrariedades fez com que a situação laboral dos remanescentes se tenha tornado precária, promovendo a dependência do INMLCF relativamente a contratos de avença com peritos médicos externos, com custos acrescidos para o Ministério da Justiça”, refere o comunicado conjunto das duas estruturas sindicais que representam os médicos.

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Empresa de Gaia que promove carne com imagem de mulher vai retirar cartazes

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Foto: Facebook Carnes Sá da Bandeira

A empresa Carnes Sá da Bandeira, de Vila Nova de Gaia, que lançou uma campanha publicitária onde associava uma mulher de bikini à venda de carne, vai remover os cartazes.

Para promover a carne de vitela branca para assar a empresa associou a imagem de uma mulher em bikini na praia. Por debaixo do “slogan” lê-se: “Para quem prefere o melhor”.

Esta terça-feira, a empresa emitiu um comunicado a explicar que «À semelhança de anos anteriores foram elaborados cartazes alusivos ao verão cuja associação de imagens levou a interpretações que de modo algum ocorreu à empresa. Tendo como máxima que “a nossa liberdade acaba quando começa a liberdade do outro” procedemos de imediato à remoção dos mesmos».

Entretanto o MDM – Movimento Democrático de Mulheres enviou um protesto à Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género. Nas redes sociais, o Movimento defende que “as mulheres não são mercadoria” e critica duramente a campanha.

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