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Médicos de Medicina Legal agendam greve para 26 e 27 de junho

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Os médicos do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) vão estar em greve nos dias 26 e 27 de junho, anunciaram hoje os dois sindicatos médicos que convocam conjuntamente a paralisação.

“Pela primeira vez, e por responsabilidade do Governo, é inevitável uma greve dos médicos do INMLCF, não desejada pelos sindicatos médicos, mas necessária para apelar ao bom senso negocial”, referem o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) num comunicado conjunto para anunciar as datas da greve.

Na quarta-feira, o SIM já tinha indicado que os médicos avançariam este mês para uma greve de dois dias, tendo hoje sido divulgada a data concreta: 26 e 27 de junho.

Os sindicatos têm alertado para a falta de meios no Instituto de Medicina Legal e acusam a ministra da Justiça de “não mostrar qualquer respeito por estes médicos, ao desconsiderar a Medicina Legal e ao não receber os sindicatos médicos”.

Entre as causas estão ainda as recentes denúncias da Ordem dos Médicos a propósito das “múltiplas insuficiências da Medicina Legal”, como a carreira congelada, o êxodo dos médicos ou a insuficiência de pessoal no INMLCF.

“A contínua saída dos médicos do INMLCF e o envelhecimento daqueles que vão resistindo às contrariedades fez com que a situação laboral dos remanescentes se tenha tornado precária, promovendo a dependência do INMLCF relativamente a contratos de avença com peritos médicos externos, com custos acrescidos para o Ministério da Justiça”, refere o comunicado conjunto das duas estruturas sindicais que representam os médicos.

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Mais vagas para crianças do pré-escolar no próximo ano letivo

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No próximo ano letivo vão abrir mais 2.200 vagas para crianças do ensino pré-escolar, anunciou o Ministério da Educação, que garante existirem lugares suficientes para a procura, mas nem sempre nos locais pretendidos pelas famílias.

“Para o ano letivo 2020/2021 perspetiva-se a abertura de 88 novas salas na rede pública da educação pré-escolar”, o que representa mais 2.200 vagas para as crianças a partir dos 3 anos, segundo números avançados hoje pelo Ministério da Educação (ME), no dia em que reabriram os estabelecimentos de ensino pré-escolar, depois de dois meses e meio de portas encerradas devido à pandemia de covid-19.

No passado ano letivo abriram 53 novas salas, o que permitiu uma oferta de 1.400 vagas, das quais foram preenchidas 1.325.

O ensino pré-escolar não é de frequência obrigatória, mas o Governo tem apostado na sensibilização das famílias para que inscrevam as crianças, uma vez que reduz o insucesso escolar e a taxa de abandono escolar precoce.

 

Lusa

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