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Médicos cumprem dois dias de greve no início de julho

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O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) anunciou uma greve para o dia 02 de julho, enquanto a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) promove uma greve e uma manifestação no dia 03 de julho.

As duas estruturas sindicais têm entretanto prevista uma reunião negocial com o Governo na sexta-feira.

Em comunicado, a FNAM critica a “deterioração da qualidade dos cuidados de saúde prestados aos doentes, quer nas instituições públicas quer nas privadas e a existência de médicos ‘indiferenciados’ e a escravização do trabalho médico pelo sistema privado, onde os médicos trabalham, pelo menos, 60 horas semanais e são pagos à peça”.

O sindicato considera que em causa estão questões como o limite de 12 horas de trabalho em serviço de urgência, dentro do horário normal de trabalho, com a consequente anulação das atuais 18 horas semanais; o reajustamento das listas de utentes dos médicos de família, privilegiando o critério das unidades ponderadas, e procedendo à diminuição progressiva de 1.900 para 1.550.

Os médicos reivindicam ainda a revisão da carreira médica e dos salários, a criação de um estatuto profissional de desgaste rápido, a abertura imediata de concursos de progressão na carreira e a reformulação dos incentivos à fixação de médicos em zonas de especialidades carenciadas.

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Empresa de Gaia que promove carne com imagem de mulher vai retirar cartazes

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Foto: Facebook Carnes Sá da Bandeira

A empresa Carnes Sá da Bandeira, de Vila Nova de Gaia, que lançou uma campanha publicitária onde associava uma mulher de bikini à venda de carne, vai remover os cartazes.

Para promover a carne de vitela branca para assar a empresa associou a imagem de uma mulher em bikini na praia. Por debaixo do “slogan” lê-se: “Para quem prefere o melhor”.

Esta terça-feira, a empresa emitiu um comunicado a explicar que «À semelhança de anos anteriores foram elaborados cartazes alusivos ao verão cuja associação de imagens levou a interpretações que de modo algum ocorreu à empresa. Tendo como máxima que “a nossa liberdade acaba quando começa a liberdade do outro” procedemos de imediato à remoção dos mesmos».

Entretanto o MDM – Movimento Democrático de Mulheres enviou um protesto à Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género. Nas redes sociais, o Movimento defende que “as mulheres não são mercadoria” e critica duramente a campanha.

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