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Médico de família para mais 200 mil portugueses

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Hospital Saúde Médico

A estimativa foi hoje dada a conhecer pelo Governo no parlamento, mais propriamente  pela ministra da Saúde: mais 200 mil portugueses terão médico de família atribuído durante este ano.

Em resposta ao deputado André Ventura, do Chega, que recordou que há mais de 600 mil portugueses ainda sem médico de família, a ministra Marta Temido indicou que este ano mais 200 mil utentes vão ter clínico de família atribuído.

No debate parlamentar na especialidade sobre o Orçamento do Estado para 2020 que hoje decorre, o PCP manifestou “extrema preocupação” com as reformas dos médicos, indicando que estavam em condições de se aposentar em 2019 e 2020 perto de 1.800 clínicos.

Apesar do número possível de aposentações de médicos, a ministra acredita que haverá uma “taxa de retenção” de recém-especialistas em medicina geral e familiar que conseguirá este ano aumentar o número de portugueses com médico de família.

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MAI apela a empresas para facultarem documento que justifique deslocações

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O ministro da Administração Interna alertou hoje para as restrições de circulação durante o período da Páscoa e por isso apelou às empresas para que facultem aos trabalhadores um documento que justifique as deslocações fora do concelho de residência.

Em conferência de imprensa realizada após a quinta reunião da estrutura de monitorização do estado de emergência, realizada no Ministério da Administração Interna, Eduardo Cabrita disse que, entre os dias 09 e 13 de abril, vai haver “um conjunto de restrições à circulação muito significativas”, sublinhando que, durante este período, “apenas por razões imperiosas de saúde ou de urgência” e de trabalho se pode sair do concelho de residência.

Nesse sentido, apelou às entidades patronais para que preparem um documento que justifique, durante esse período da Páscoa, as deslocações fora do concelho da residência, indicando em que atividade trabalha e qual a razão.

O estado de emergência foi hoje renovado até 17 de abril com mais medidas restritivas, nomeadamente a proibição de grupos na rua com mais de cinco pessoas, além de regras mais apertadas de circulação para o período da Páscoa, como encerramento dos aeroportos e proibição de circulação fora do concelho de residência.

O ministro sublinhou que as polícias municipais vão ter mais poderes, passando atuar numa “cooperação expressa com as forças de segurança”.

O novo decreto do estado de emergência dá também, segundo Eduardo Cabrita, mais poderes às juntas de freguesias, que têm um “papel ativo muito importante” na consciencialização dos portugueses.

O ministro sublinhou que as juntas de freguesia têm agora “competência expressa de aconselhamento, recomendação e comunicação” às forças de segurança de situações de incumprimento.

 

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