Ligue-se a nós

Atualidade

Mau tempo provocou inundações no Algarve sobretudo em Olhão, Loulé, Silves e Albufeira

Publicado

A chuva intensa que começou a cair no Algarve durante a madrugada de hoje afetou sobretudo os concelhos de Olhão, Loulé, Silves e Albufeira, embora com situações “pontuais” no resto da região, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.

Até às 12:30, tinham sido registadas 80 ocorrências no distrito de Faro devido ao mau tempo, mas o número vai subir, já que algumas situações “estão a ser acompanhas a nível municipal e serão reportadas mais tarde”, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro.

Em Silves, a queda de dois muros causou danos em oito viaturas que estavam estacionadas na via pública e na zona industrial de Loulé houve “pequenas inundações” em armazéns, tratando-se de uma situação “localizada”, acrescentou.

No concelho de Olhão, que já tinha sido fustigado pelo mau tempo na passada sexta-feira, com várias inundações na via pública, a situação foi mais grave durante a madrugada, referiu. Já em Loulé, a precipitação foi mais intensa durante a manhã.

A chuva intensa afetou algumas habitações e estabelecimentos comerciais em toda a região, embora não haja nenhuma situação “muito relevante”, de acordo com a Proteção Civil.

Segundo a mesma fonte, as previsões para a parte a tarde “não são preocupantes”, devendo registar-se um “desagravamento da situação” no Algarve, embora a zona do sotavento (leste) algarvio possa vir a ser mais afetada.

Atualidade

Abstenção mais elevada de sempre em eleições para PR

Publicado

A abstenção nas eleições presidenciais deste domingo foi de 54,55 por cento no território nacional.

Nestas eleições em contexto de pandemia,  votaram 4,2 milhões de eleitores, menos de metade dos 9,3 milhões de inscritos no território nacional.

A taxa de abstenção, que se situou nos 54,55 por cento, foi a mais elevada em eleições presidenciais, ultrapassando a registada na reeleição de Cavaco Silva, em 23 de janeiro de 2011, em que 53,56 por cento dos eleitores optaram por não ir às urnas.

Estes dados referem-se apenas a Portugal continental e Regiões Autónomas, faltando apurar todos os resultados das votações no estrangeiro.

As eleições presidenciais de 2021 voltaram a confirmar a tendência para uma maior abstenção quando se trata de um segundo mandato.

Os votos brancos atingiram 1,11 por cento e os nulos 0,94 por cento. No primeiro caso, esta percentagem foi menor relativamente às eleições presidenciais de 2016, nas quais se registaram 1,24 por cento de votos brancos, mas os votos nulos foram, nestas eleições, em maior percentagem em comparação com os 0,92 por cento de 2016.

 

Lusa

Continue a ler

Populares