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Mau tempo: Dez distritos do continente sob aviso amarelo devido à agitação marítima

Para toda a costa portuguesa, o IPMA prevê ondas de noroeste com 4 a 4,5 metros.

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Dez distritos de Portugal continental vão estar na quarta e na quinta-feira sob aviso amarelo devido à previsão de agitação marítima forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro vão estar sob aviso amarelo entre as 12:00 de quarta-feira e as 06:00 de quinta-feira.

O IPMA colocou também os grupos ocidental (Flores e Corvo) e central (Graciosa, São Jorge, Terceira, Pico e Faial) sob aviso amarelo por causa da agitação marítima (entre as 06:00 de hoje e as 06:00 de quarta-feira) e precipitação (entre as 21:00 de hoje e as 06:00 de quarta-feira).

O aviso amarelo aplica-se a situações de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA prevê para hoje no continente céu muito nublado ou encoberto, com abertas na região Sul até ao início da manhã e períodos de chuva a partir do início da manhã no litoral Norte e Centro, estendendo-se gradualmente ao restante território, sendo sob a forma de neve acima de 1600 metros a partir do meio da tarde.

Está também prevista a possibilidade de queda de neve acima dos 1200/1300 metros na região Norte a partir da tarde.

A previsão aponta ainda para vento fraco a moderado do quadrante sul, tornando-se gradualmente moderado a forte nas terras altas a partir do final da manhã, neblina ou nevoeiro temporário, pequena descida da temperatura mínima na região Sul e pequena descida da máxima.

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Produção de azeite pode parar no Alentejo por falta de capacidade para armazenar bagaço

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A apanha de azeitona e a produção de azeite correm o risco de parar e o setor olivícola pode colapsar no Alentejo por falta de capacidade das fábricas da região para armazenar bagaço proveniente dos lagares.

“Esta semana provavelmente, o mais tardar na semana que vem, vai haver um colapso no setor”, porque a apanha de azeitona e a produção de azeite “vão ter que parar”, já que “não há espaço para colocar o bagaço de azeitona produzido pelos lagares” do Alentejo, disse hoje à agência Lusa Aníbal Martins, vogal do conselho de administração da CONFAGRI – Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal.

Segundo o responsável, as três unidades do Alentejo que transformam bagaço de azeitona proveniente dos lagares da região “têm praticamente esgotada a sua capacidade estática de armazenamento” daquele subproduto resultante da produção de azeite.

Devido ao aumento da produção de azeitona e às condições climatéricas (falta de chuva) “favoráveis à apanha rápida de azeitona”, tem chegado azeitona “em maiores quantidades e mais rapidamente aos lagares” e “um volume inusitado” de bagaço de azeitona para ser transformado nas três unidades, explicou.

Apesar de trabalharem 24 horas por dia durante 11 meses, as três unidades, duas no concelho de Ferreira do Alentejo e uma no concelho de Alvito, têm os tanques de armazenagem “praticamente cheios e a atingir a rutura” e “não havendo onde por o bagaço terá forçosamente de parar a apanha de azeitona e a produção de azeite”, disse.

Aníbal Martins, que também é presidente da FENAZEITES – Federação Nacional das Cooperativas Agrícolas de Olivicultores e gerente da União de Cooperativas Agrícolas do Sul (UCASUL), a dona da unidade de Alvito, alertou que a paralisação do setor, a verificar-se, “poderá provocar prejuízos incalculáveis aos agricultores e às empresas ligadas ao setor”.

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