Ligue-se a nós

Atualidade

Marta Temido admite extensão do número de camas no SNS para infetados

Publicado

O número de camas para doentes com covid-19 nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) poderá ser alargado em função da evolução da pandemia em Portugal, garantiu  hoje a ministra da Saúde.

Na conferência de imprensa sobre a evolução da pandemia,Marta Temido disse que existem atualmente “cerca de 21 mil camas de internamento” no SNS e apresentou apenas um retrato detalhado das regiões do Norte e de Lisboa e Vale do Tejo, sem deixar de salientar que “a capacidade de gestão das camas de internamento é flexível” entre as diversas instituições.

“Em 24 de setembro, a região Norte reportava ter um total de 5.498 camas, sendo que 268 estavam afetas a enfermaria covid, onde estavam internados 156 doentes; relativamente a unidades de cuidados intensivos [UCI], estão afetas a doentes covid 41 camas, das quais 26 ocupadas”, explicou a governante,  elencando de seguida o cenário de Lisboa e Vale do Tejo: “Há 7.083 camas, sendo que 553 estão afetas a doentes covid e 346 estão ocupadas, e em unidades de cuidados intensivos estão 85 camas afetas a doentes covid e 54 ocupadas”.

Marta Temido disse  ainda que estes números ocorrem numa fase da pandemia em que não está suspensa a atividade assistencial a doentes com outras patologias, depois de se ter verificado uma quebra significativa dessa realidade durante o confinamento.

Paralelamente, a ministra da Saúde reiterou a adaptação das atuais áreas de covid-19 nos cuidados de saúde primários e nas unidades de urgências em áreas dedicadas para doentes respiratórios (ADR), devido à “confluência de duas realidades nos próximos meses”, em alusão à chegada da fase da gripe em simultâneo com a continuação da pandemia provocada pelo novo coronavírus, cujas sintomatologias são semelhantes.

 

Lusa

Atualidade

PAN afirma que Governo pondera confinamento geral em dezembro

Publicado

O PAN afirmou hoje que o Governo pondera decretar confinamento geral na primeira quinzena de dezembro para preservar o período de Natal, mas adiantou que essa medida não é certa e requer vigência do estado de emergência.

Esta eventual medida a tomar pelo Governo foi transmitida aos jornalistas pelo porta-voz do PAN (Pessoas Animais Natureza), André Silva, no final da reunião com o primeiro-ministro, António Costa, destinada a discutir medidas de combate à covid-19 que possam sair do Conselho de Ministros extraordinário deste sábado.

André Silva disse que a possibilidade de se repetir um confinamento geral, tal como aconteceu em março e abril, durante a primeira metade de dezembro, “foi aflorada em termos de fim de gradualismo, ou como uma medida mais restritiva”.

“Na opinião do primeiro-ministro, se for o caso, essa medida procura antecipar ou prever aquilo que poderá ser um impacto enorme ao nível do Natal, fazendo com que as pessoas fiquem mais consciencializadas e reduzam os contactos. É preciso que se chegue ao Natal com a possibilidade de juntar a família”, justificou.

Continue a ler

Populares