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Marinha portuguesa resgata mulher em aldeia isolada em Moçambique

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Marinha resgata mulher Moçambique 2
Foto: Facebook Marinha Portuguesa

Um Sargento Fuzileiro da Marinha Portuguesa resgatou uma mulher de uma zona totalmente isolada na Beira, em Moçambique.

O Sargento Fuzileiro Faustino voluntariou-se de imediato para comunicar em português e efetuar o salvamento.

As imagens da Marinha Portuguesa, publicadas no Facebook, mostram o momento em que o fuzileiro português, que integra a Força de Reação Imediata, resgatou a mulher já com sinais de fraqueza.

“Uma mulher, com sinais evidentes de fraqueza, foi localizada durante uma operação de reconhecimento às áreas ainda isoladas. Durante o voo, a tripulação do helicóptero apercebeu-se de um pedido de auxílio de vários populares no solo, que acenavam a pedir ajuda”, refere a Marinha.

O salvamente aconteceu no domingo.

O ciclone Idai afetou o Zimbabué, o Malawi e Moçambique provocando, até ao momento, um total de 761 mortos nos três países.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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