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Marginal do Porto cortada nos dois sentidos

O trânsito só será retomado após a intervenção da Infraestruturas de Portugal.

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Foto: porto.pt

A queda de destroços da estrutura da Ponte da Arrábida, no Porto, na noite desta terça-feira, sobre a Marginal, obrigou ao corte da estrada nos dois sentidos.

“A Câmara Municipal do Porto decidiu cortar o trânsito na marginal, junto à Ponte da Arrábida, nos dois sentidos, depois de vários pedaços provenientes da estrutura da ponte terem caído na via pública sem causar danos ou vítimas”, informou a autarquia na sua página oficial na internet.

A Câmara refere ainda que, por precaução, a circulação ao trânsito será reposta “apenas após a intervenção da Infraestruturas de Portugal (IP), dona da ponte”.

A autarquia garante que os “serviços de proteção civil municipais atuaram de imediato”, procedendo à captação de imagens através de um drone, interditando a estrada e “pedindo a intervenção da IP, responsável pela manutenção”, sublinhando que foram evitados “eventuais danos em viaturas ou pessoais”.

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MAI apela a empresas para facultarem documento que justifique deslocações

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O ministro da Administração Interna alertou hoje para as restrições de circulação durante o período da Páscoa e por isso apelou às empresas para que facultem aos trabalhadores um documento que justifique as deslocações fora do concelho de residência.

Em conferência de imprensa realizada após a quinta reunião da estrutura de monitorização do estado de emergência, realizada no Ministério da Administração Interna, Eduardo Cabrita disse que, entre os dias 09 e 13 de abril, vai haver “um conjunto de restrições à circulação muito significativas”, sublinhando que, durante este período, “apenas por razões imperiosas de saúde ou de urgência” e de trabalho se pode sair do concelho de residência.

Nesse sentido, apelou às entidades patronais para que preparem um documento que justifique, durante esse período da Páscoa, as deslocações fora do concelho da residência, indicando em que atividade trabalha e qual a razão.

O estado de emergência foi hoje renovado até 17 de abril com mais medidas restritivas, nomeadamente a proibição de grupos na rua com mais de cinco pessoas, além de regras mais apertadas de circulação para o período da Páscoa, como encerramento dos aeroportos e proibição de circulação fora do concelho de residência.

O ministro sublinhou que as polícias municipais vão ter mais poderes, passando atuar numa “cooperação expressa com as forças de segurança”.

O novo decreto do estado de emergência dá também, segundo Eduardo Cabrita, mais poderes às juntas de freguesias, que têm um “papel ativo muito importante” na consciencialização dos portugueses.

O ministro sublinhou que as juntas de freguesia têm agora “competência expressa de aconselhamento, recomendação e comunicação” às forças de segurança de situações de incumprimento.

 

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