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Marcelo salienta Portugal país resistente e sem complexos na sua História

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Marcelo Rebelo de Sousa

O Presidente da República salientou esta segunda-feira que Portugal está a menos de três décadas de comemorar 900 anos como nação independente e defendeu que os portugueses são resistentes e não têm complexos em relação ao seu passado.

Esta mensagem foi transmitida por Marcelo Rebelo de Sousa nas comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, em Portalegre, perante os titulares dos diferentes órgãos de soberania nacionais, entre eles o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e o primeiro-ministro, António Costa, mas que também foi escutada pelo chefe de Estado cabo-verdiano, Jorge Carlos Fonseca.

Antes de partir para Cabo Verde, vão prosseguir as comemorações do 10 de Junho, o Presidente da República lembrou que “faltam menos de três décadas” para Portugal completar 900 anos de existência.

“Não há muitas nações do mundo assim. Resistimos à perda da independência, resistimos às crises económicas, financeiras, políticas e sociais, resistimos aos erros e fragilidades – e não só sobrevivemos como queremos apostar no futuro”, sustentou o Presidente da República.

De acordo com Marcelo Rebelo de Sousa, os portugueses recordam o seu passado sem qualquer atitude complexada – aqui, num recado para algumas correntes internas mais críticas ao nível da interpretação histórica, designadamente no que respeita ao período colonial.

“Não temos complexos quanto ao nosso passado – todo ele, o melhor ou o pior. Todo ele foi Portugal e honramo-nos daquele passado – e foi muito, e foi essencial, e foi decisivo, mais dignificando a nossa História”, disse.

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Mais de 4.000 enfermeiros pediram certificado para trabalhar fora do país em 2019

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Mais de quatro mil enfermeiros pediram no ano passado à Ordem a declaração para efeitos de emigração, um número recorde de profissionais a pretender sair do país e que representa três vezes mais do que o registado em 2017.

Em comunicado hoje divulgado, a Ordem dos Enfermeiros afirma que recebeu 4.506 pedidos de certificado de equivalência para exercer no estrangeiro durante 2019. Em 2018 tinham sido pedidos 2.736 e no ano anterior 1.286.

“Face aos dados do primeiro semestre de 2019, que contabilizou 2.321 pedidos de declarações, a Ordem já tinha alertado para a possibilidade de 2019 vir a registar a maior vaga de emigração de sempre, o que acabou por se concretizar, e o ano fechou com números surpreendentes e além dos estimados”, refere a nota.

Trata-se, para a Ordem, de um “número preocupante” e que espelha o “estado da saúde em Portugal e em particular a forma como os profissionais são tratados”.

“No estrangeiro, os enfermeiros têm a formação e a especialidade pagas, têm, efetivamente, uma carreira com diferenciação salarial, mas, acima de tudo, são reconhecidos e acarinhados”, indica a bastonária Ana Rita Cavaco no comunicado divulgado hoje de manhã.

Quanto a países de destino dos enfermeiros, o Reino Unido continua a surgir em primeiro lugar, seguido de Espanha e Suíça.

Os Emirados Árabes surgem já no sexto lugar das escolhas de emigração dos enfermeiros.

Segundo a Ordem, há atualmente 18 mil enfermeiros portugueses no estrangeiro, quando em Portugal faltarão cerca de 30 mil profissionais, segundo as estimativas apresentadas pelos representantes da classe.

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