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Marcelo nega “situação crítica ou grave” do seu estado de saúde

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Marcelo Rebelo de Sousa

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, rejeitou esta sexta-feira haver “alguma situação crítica ou grave” com o seu estado de saúde, depois de ter feito depender uma recandidatura ao cargo de exames médicos que fará em breve, escreve a TVI 24..

“Não há nenhuma situação crítica ou grave, senão eu teria dito porque é de interesse público”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas portugueses, em Atenas, cidade à qual se deslocou para participar no 15.º encontro informal do Grupo de Arraiolos com homólogos da União Europeia.

Um dia após ter sido divulgado que o chefe de Estado português será submetido dentro de três ou seis semanas a um cateterismo por prevenção, Marcelo Rebelo de Sousa acrescentou que “o estado de saúde de um Presidente, tal como a sua situação económica e financeira, é de interesse público”.

Ainda que tenha garantido sentir-se “otimamente” e que não vai mudar a agenda prevista, o Presidente da República concluiu que é “melhor prevenir do que remediar”.

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Produção de azeite pode parar no Alentejo por falta de capacidade para armazenar bagaço

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A apanha de azeitona e a produção de azeite correm o risco de parar e o setor olivícola pode colapsar no Alentejo por falta de capacidade das fábricas da região para armazenar bagaço proveniente dos lagares.

“Esta semana provavelmente, o mais tardar na semana que vem, vai haver um colapso no setor”, porque a apanha de azeitona e a produção de azeite “vão ter que parar”, já que “não há espaço para colocar o bagaço de azeitona produzido pelos lagares” do Alentejo, disse hoje à agência Lusa Aníbal Martins, vogal do conselho de administração da CONFAGRI – Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal.

Segundo o responsável, as três unidades do Alentejo que transformam bagaço de azeitona proveniente dos lagares da região “têm praticamente esgotada a sua capacidade estática de armazenamento” daquele subproduto resultante da produção de azeite.

Devido ao aumento da produção de azeitona e às condições climatéricas (falta de chuva) “favoráveis à apanha rápida de azeitona”, tem chegado azeitona “em maiores quantidades e mais rapidamente aos lagares” e “um volume inusitado” de bagaço de azeitona para ser transformado nas três unidades, explicou.

Apesar de trabalharem 24 horas por dia durante 11 meses, as três unidades, duas no concelho de Ferreira do Alentejo e uma no concelho de Alvito, têm os tanques de armazenagem “praticamente cheios e a atingir a rutura” e “não havendo onde por o bagaço terá forçosamente de parar a apanha de azeitona e a produção de azeite”, disse.

Aníbal Martins, que também é presidente da FENAZEITES – Federação Nacional das Cooperativas Agrícolas de Olivicultores e gerente da União de Cooperativas Agrícolas do Sul (UCASUL), a dona da unidade de Alvito, alertou que a paralisação do setor, a verificar-se, “poderá provocar prejuízos incalculáveis aos agricultores e às empresas ligadas ao setor”.

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