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Atualidade

Mãe de menina que morreu na bagageira pode ser acusada de ofensa à integridade física

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Emergência Ambulância

A mãe da menina que morreu na bagageira, na sequência de um acidente de carro na madrugada de domingo em Cascais, pode vir a ser acusada de pelo menos dois crimes, avança o jornal Sol.

O advogado Rogério Alves disse ao Jornal de Notícias (JN) que a mulher, que era também a condutora do carro, pode ser acusado de “condução perigosa de veículo rodoviário, numa pena que pode ir até três anos de prisão”; e ainda do crime de “ofensa à integridade física com agravação do resultado, o que inclui uma pena que também pode ir até aos três anos de cadeia”.

O acidente aconteceu pelas 0h20 horas de domingo, sendo que no carro estavam oito pessoas, incluindo duas crianças que seguiam na bagageira, uma menina de 10 anos e um rapaz de 13.

De acordo com fonte da GNR, citada pelo JN, o caso “está agora entregue ao Núcleo de Investigação de Acidentes do Destacamento de Trânsito da GNR de Carcavelos”.

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Taxas moderadoras em centros de saúde acabam em 2020

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O parlamento aprovou esta sexta-feira um projeto de lei do Bloco de Esquerda que acaba com as taxas moderadoras nos centros de saúde e em consultas ou exames prescritos por profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O projeto-lei foi aprovado com votos contra do CDS-PP e votos favoráveis das restantes bancadas, tendo o grupo parlamentar anunciado que iria apresentar uma declaração de voto.

O objetivo do diploma é que “deixem de existir taxas moderadoras nos cuidados de saúde primários e em todas as consultas e prestações de saúde que sejam prescritas por profissional de saúde e cuja origem de referenciação seja o SNS”.

No texto que foi hoje discutido e votado, o Bloco propõe a “dispensa de cobrança de taxas moderadoras” no atendimento, consultas e outras prestações de saúde no âmbito dos cuidados de saúde primários, bem como em “consultas, atos complementares prescritos e outras prestações de saúde, se a origem de referenciação para estas for o Serviço Nacional de Saúde”.

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