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Música

Macedo de Cavaleiros vai homenagear Roberto Leal no seu aniversário

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A Câmara de Macedo de Cavaleiros está a preparar uma homenagem a título póstumo a Roberto Leal, natural deste concelho transmontano, que ocorrerá em novembro por altura do aniversário do cantor.

Roberto Leal morreu no domingo, no Brasil, país para onde emigrou com a família natural de Vale da Porca, uma aldeia do concelho de Macedo de Cavaleiros, no distrito de Bragança.

A Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros decidiu promover uma homenagem por altura do aniversário de nascimento do cantor, que se assinala a 27 de novembro, na qual pretende juntar amigos e familiares de Roberto Leal e que será aberta aos fãs.

O presidente da Câmara garantiu que “será um evento de entrada gratuita”.

O cantor Roberto Leal, que morreu aos 67 anos, dividiu a sua carreira entre Portugal e o Brasil, mas teve ainda passagens na política, no cinema e na televisão.

Roberto Leal – nome artístico de António Joaquim Fernandes – emigrou aos 11 anos para o Brasil, em 1962, com os pais e os nove irmãos.

Em São Paulo, após trabalhar como sapateiro, vendedor de doces e feirante, iniciou seu trabalho com a música e gravou o seu primeiro disco em 1970.

Vendeu mais de 17 milhões de discos, conseguiu 30 Discos de Ouro e cinco de platina e ganhou vários prémios, entre os quais o Troféu Globo de Ouro, da TV Globo, em 1972.

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Música

José Cid recebe hoje Grammy de Excelência Musical em cerimónia nos EUA

Para José Cid, o reconhecimento internacional surge a par do reconhecimento nacional, que é “tão bom ou melhor” que os galardões além-fronteiras.

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O músico português José Cid recebe hoje, numa cerimónia em Las Vegas, nos Estados Unidos da América, um Grammy de Excelência Musical, da Academia Latina de Gravação, cuja atribuição foi anunciada em agosto.

O Grammy de Excelência Musical é atribuído “a artistas que fizeram contribuições de significado artístico excecional para a música latina”, de acordo com informação disponível no ‘site’ da Academia.

Além de José Cid, também Eva Ayllón, Joan Baez, Lupita D’Alessio, Hugo Fattoruso, Pimpinela, Omara Portuondo e José Luis Rodríguez “El Puma” vão receber hoje o mesmo galardão.

Em agosto, quando a Academia Latina de Gravação anunciou que José Cid iria receber o prémio, o músico disse à Lusa que esta distinção “é o corolário de muitos anos de trabalho, teimosia e persistência”, e lamentou que as grandes editoras não apostem mais em Portugal.

“Tenho uma homenagem pública nacional do país inteiro, de norte a sul, há décadas sobre décadas, há cidades em que já fui duas e três vezes e não se cansam, e as pessoas continuam, ao fim de duas horas e meia, a pedir mais e mais, ninguém se quer ir embora. E essa é a maior homenagem que posso ter, é o meu próprio país que ma dá, já com a minha idade, aos 77, porque tenho mantido a voz, a voz está cá toda”, disse na altura.

Na página oficial da Academia Latina de Gravação é referido, num pequeno texto dedicado ao músico português, que José Cid “adaptou-se sem esforço a influência da música popular anglo ao estilo original do pop rock português”.

“Em 1956, o surgimento de sua banda cover Os Babies marcou um momento de ‘antes e depois’ para o pop rock em Portugal. O seu próximo grupo, o Quarteto 1111, criou as bases do rock português, com uma forte tonalidade psicadélica e lançamentos inovadores, como o enorme sucesso de 1967 ‘A Lenda De El-Rei D. Sebastião’. Continuando como artista a solo, em 1978 lançou ‘10000 Anos Depois Entre Vénus e Marte’, considerado uma obra-prima do rock progressivo”, salienta a mensagem da Academia.

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