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Luís Montenegro anuncia candidatura à liderança e desafia Rio a concorrer

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O antigo líder parlamentar Luís Montenegro anunciou esta quarta-feira que será candidato à liderança do PSD nas próximas eleições diretas, e desafiou o atual presidente do partido, Rui Rio, a também concorrer.

“Cada um de nós tem de assumir as suas responsabilidades, eu vou assumir as minhas. Eu serei candidato nas próximas eleições diretas por uma questão de coerência e convicção e gostava muito que o dr. Rui Rio também pudesse ser candidato”, afirmou Montenegro, em entrevista à SIC.

O antigo deputado social-democrata classificou como “muito mau” o resultado do PSD nas legislativas de domingo, em que obteve 27,9% dos votos, e defendeu a candidatura de Rui Rio “em nome de uma clarificação no posicionamento e projeto de intervenção na sociedade” do partido, apontando a sua visão do PSD como de centro e centro-direita e alternativa ao PS.

“Eu não tenho nenhuma guerra pessoal contra o Dr. Rui Rio, o que eu quero é um PSD ganhador e um PSD que seja alternativa ao PS. O PSD transformou-se nos últimos dois anos num partido subalterno ao PS e é preciso dizer chega, é preciso dizer basta”, afirmou.

Para Montenegro, “o PSD não pode estar todos os dias a reclamar entendimentos com o PS”, defendendo que os socialistas “não querem fazer reformas estruturais” e que o seu líder, António Costa, “não é um reformista”.

Questionado sobre o processo judicial em que foi constituído arguido no ano passado pelo alegado crime de recebimento indevido de vantagem no caso das viagens do Euro 2016, o antigo deputado disse estar com a “consciência absolutamente tranquila” de que não cometeu nenhum crime.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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