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Luciana Abreu está muito próxima de empresário do norte

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Augusto Fernandes, conhecido por ser o dono do stand do carro que Angélico Vieira conduzia na fatídica noite de junho de 2011, em Estarreja, foi o protagonista da última entrevista do canal «Quem sou eu? Luciana Abreu online».

Luciana Abreu e Augusto já se conhecem há muitos anos e o empresário, que em março foi detido por suspeitas de pertencer a uma rede de tráfico de droga, tem-se aproximado da atriz depois desta se ter separado.

Durante a conversa, Augusto Fernandes revelou que só conseguiu «fazer a 3ª classe», momento em que Luciana responde: «Tu tens a melhor escola, que é a escola da vida. Dá-me um abraço». Com este gesto a amizade próxima entre a cantora e o empresário é notória.

Como avança o site Vidas, “Curiosamente, a separação da Luciana coincidiu com a do Augusto e têm sido o ombro amigo um do outro nestes momentos difíceis”, diz uma fonte, adiantando que o empresário tem ajudado, inclusivamente, financeiramente a atriz sempre que esta precisa.

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Cem anos de Amália a partir de julho

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Concertos, exposições, ‘videomapping’ e a festa de reabertura das casas de fado são algumas das iniciativas previstas para celebrar os 100 anos do nascimento de Amália Rodrigues, foi hoje anunciado.

O programa celebrativo, que arranca no dia 01 de julho e se estende até ao próximo ano, foi hoje apresentado na Câmara Municipal de Lisboa, com a presença da ministra da Cultura.

No dia 01 de julho, vai realizar-se um tributo de 100 guitarristas, de distintas gerações, ao legado da fadista, nos Paços do Concelho de Lisboa.

Este concerto é transmitido ‘online’ a partir das redes sociais da Câmara Municipal de Lisboa, da Empresa municipal de Gestão dos Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC) e do Museu do Fado, sendo exibido pela RTP no dia 04 de julho.

No dia do aniversário de Amália, em 23 de julho, Camané e Mário Laginha atuam no Museu do Fado.

Os dois artistas vão “revisitar alguns dos temas mais emblemáticos de Amália Rodrigues e Alain Oulman (1928-1990)”, que em vida compôs exclusivamente para a diva.

“Maria Lisboa”, “Madrugada de Alfama”, “As Águias”, “Naufrágio” e “Gaivota” são alguns dos fados de autoria de Oulman.

Este concerto será igualmente transmitido em ‘streaming’ através das redes sociais da Câmara de Lisboa.

De 03 a 12 de setembro acontece a Festa do Fado, assinalando a reabertura das casas de fado, depois do encerramento devido à covid-19, “com condições especiais aos seus visitantes”.

Esta iniciativa, da câmara em parceria com a Associação das Casas de Fado (ACF), prevê, segundo a organização, a atuação de “mais de 100 artistas em sessões gravadas e transmitidas em ‘streaming’, a partir das redes sociais da Câmara e do Museu do Fado”.

Joel Pina, músico cuja carreira se entrecruza com a de Amália, de quem foi viola-baixo durante mais de 30 anos, fez em fevereiro 100 anos.

A festa prevista para março último, no Teatro S. Luiz, em Lisboa, foi adiada e vai acontecer no âmbito das celebrações amalianas, no dia 24 de setembro, no Museu do Fado.

Este concerto, no Castelo de S. Jorge, conta com as participações dos fadistas Ricardo Ribeiro, Camané e Ana Moura, acompanhados pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a direção do maestro Rui Pinheiro, e a participação dos músicos José Manuel Neto (guitarra portuguesa), Pedro Soares (viola) e Didi (baixo), Rui Toscano (saxofone) e Gaspar (guitarra portuguesa).

Este concerto, cujos arranjos musicais são de Pedro Moreira, Filipe Raposo e Mário Laginha, é transmitido pela RTP a 30 de julho.

Já musical “100 Amália” pretende responder à questão: “Como sentem e vivem o legado de Amália as gerações mais jovens, que nasceram em pleno século XXI?”

“100 Amália” é um musical com encenação, dramaturgia e acompanhamento musical pelo grupo Músicas e Musicais do Agrupamento de Escolas Nuno Gonçalves, com alunos entre os 9 e os 18 anos, e direção musical de Camané.

As celebrações são a nível internacional também, com os vários festivais de fado realizados além fronteiras, patrocinados pela Câmara de Lisboa, a “prestar homenagem à memória viva de Amália Rodrigues”.

Estes festivais, além dos espetáculos dos fadistas incluem conferências, exposições e projeções de filmes.

No dia 06 de outubro, quando passam dez anos sobre a morte da criadora de “Povo que Lavas no Rio”, será transmitido a partir da Casa de Amália Rodrigues na Rua de S. Bento, em Lisboa, um concerto com Sara Correia, Fábia Rebordão e Cuca Roseta. O musicólogo Rui Vieira Nery, um dos membros do grupo de trabalho para a celebração do centenário, fará uma “introdução histórica”.

Outra iniciativa é a realização do documentário televisivo “Fado”, em 12 episódios, de autoria do músico Paulo Valentim, que assina a conceção e desenvolvimento com Hélder Moutinho e Pedro Ramos cabendo a realização e direção de fotografia a Aurélio Vasques.

Este documentário, em parceria com a ACF, visa promover “o universo do fado na cidade de Lisboa”.

As comemorações do centenário de Amália Rodrigues prosseguem no próximo ano, com quatro exposições, ‘videomapping’, conferências e colóquios.

A programação está disponível no “site” da comemoração centenária em http://centenarioamaliarodrigues.pt.

 

Lusa

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