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Londres vota adiamento do Brexit

O Brexit vai ser adiado pelo menos para o dia 30 de junho.

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Brexit

O parlamento britânico aprovou por uma larga maioria a moção proposta pelo governo que prevê um aumento de três meses no prazo para a saída do Reino Unido da União Europeia, avança a BBC.

Como condição, na próxima semana, a Câmara dos Comuns tem de aprovar o pacto feito entre o governo de Theresa May e os representantes dos vários Estados-membros da União Europeia.

Este alargamento do prazo para aplicação do artigo 50 do tratado de Lisboa terá ainda ter de ser aprovado pela União, na próxima cimeira.

Em reação a este voto, o líder da oposição, Jeremy Corbyn acusou a primeira-ministra de ter conduzido o país a este impasse e pede a realização de eleições.

Antes, tinham sido rejeitadas várias emendas, incluindo uma que punha a hipótese de um segundo referendo e que contou com a abstenção da maior parte da bancada trabalhista.

O acordo entre o governo de Theresa May e Bruxelas foi apresentado à votação duas vezes e chumbado outras tantas. A primeira-ministra vai agora ter de encontrar um consenso dentro do parlamento, para evitar um novo falhanço.

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Candidaturas a apoios ao investimento nas explorações de jovens agricultores abriram

A candidatura deverá ser submetida através do portal do programa Portugal 2020 ou da página de internet do PDR.

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Os jovens agricultores podem candidatar-se a apoios ao investimento nas explorações agrícolas em setores como a fruticultura e olivicultura, a partir de hoje e até novembro, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020.

As candidaturas apresentadas devem “fomentar a renovação e o rejuvenescimento das empresas agrícolas e da estrutura produtiva agroindustrial, potenciando a criação de valor, a inovação, a qualidade e segurança alimentar, a produção de bens transacionáveis e a internacionalização do setor”, lê-se num anúncio hoje publicado na página do programa.

Por outro lado, as propostas dos candidatos devem reforçar a viabilidade das explorações agrícolas e preservar e melhorar o ambiente, “assegurando a compatibilidade dos investimentos com as normas ambientais e de higiene e segurança no trabalho”.

A área geográfica elegível corresponde ao continente e a tipologia de intervenção a apoiar respeita investimentos nas explorações cujo valor total seja superior a 25 mil euros.

A dotação orçamental é de 20 milhões de euros, distribuída pela viticultura, que tem 400 mil euros, cerealicultura, com 600 mil euros, fruticultura, com seis milhões de euros, olivicultura, com 2.600.000 euros, horticultura, floricultura e PAM (inclui cultura de pequenos frutos e bagas), com 5.400.000 euros, pecuária intensiva (3.800.000 euros) e pecuária extensiva (1.200.000 euros).

Os apoios são concedidos sob a forma de subsídio não reembolsável para os investimentos elegíveis até 700.000 euros por beneficiário e de subvenção reembolsável nos que ultrapassarem este valor e até ao máximo de cinco milhões de euros de investimento por beneficiário.

“A estes valores será deduzido o valor aprovado em concursos anteriores”, ressalvou a autoridade gestora do programa.

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