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Lisboa: Trânsito na 2.ª Circular condicionado de 9 a 13 de agosto

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O trânsito na 2.ª Circular, em Lisboa, vai estar condicionado de 9 a 13 de agosto devido à reparação de uma rotura de Água pela EPAL.

Em comunicado enviado às redações, a Câmara Municipal de Lisboa informa que “devido a trabalhos de reparação de uma rotura de Água pela EPAL na 2.ª Circular junto ao aeroporto (saída para a Av. Cidade do Porto/ Av. Berlim)” a via “estará sujeita a condicionamentos de trânsito entre 9 e 13 de agosto”.

O condicionamento será entre as 10h00 às 16h30, “com supressão de uma via no sentido norte-sul. Também na Avenida Cidade do Porto será suprimida uma via, durante aquele período”.

Mais para o fim do mês, entre 12 e 31 de agosto, informa a Câmara Municipal, que o trânsito estará condicionado na Calçada de Carriche.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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