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Lisboa melhorou os níveis qualidade de vida – Estudo

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Facebook da Câmara Municipal de Lisboa (CML)

A capital portuguesa está na 37.ª posição na lista das cidades com melhor qualidade de vida em 2019 e é a 31.ª cidade mais segura do mundo, segundo um estudo anual realizado pela consultora Mercer.

De acordo com a consultora, na lista de cidades com a melhor qualidade de vida Lisboa subiu um lugar no último ano, mantendo-se “acima de Madrid (no 46.º lugar), Barcelona (43.º), Paris (39.º), Londres (41.º) ou Nova Iorque(44.º)”.

Entre as 231 cidades analisadas, Viena tem a melhor qualidade de vida a nível mundial pelo 10.º ano consecutivo, seguida por Zurique (2.º lugar) e por Auckland, Munique e Vancouver, que ocupam o 3º lugar ‘ex aequo’.

Este ano a Mercer apresenta um ‘ranking’ separado sobre segurança pessoal, “que analisa a estabilidade interna das cidades, níveis de criminalidade, aplicação da lei, limitações à liberdade individual, relações com outros países e liberdade de imprensa”.

Lisboa subiu 12 lugares relativamente a 2005 (31.º), estando à frente de cidades como Dublin (32.ª), Paris (60.ª) ou Barcelona (61.ª)”, salientou a consultora.

Nesta lista, a Europa Ocidental domina, com a cidade do Luxemburgo no topo, seguida, em segundo lugar, por Basel e Bern (na Suíça), Helsínquia (Finlândia) e Zurique (Suíça), ‘ex aequo’.

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As pessoas só se tornam ‘completamente adultas’ aos 30 anos, diz neurocientista

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Jovens Pessoas Grupo

Quando começa a vida adulta? Na maior parte dos países, ao completar 18 anos, já se pode votar, comprar bebidas alcoólicas, obter financiamento imobiliário e ser julgado criminalmente.

Segundo a BBC, que cita um grupo de neurocientistas, as pessoas só se tornam “completamente adultas” aos 30 anos.

De acordo com os investigadores, aos 18 anos, o cérebro ainda está a passar por mudanças que podem afetar o comportamento dos jovens, deixando-os, inclusive, mais propensos a desenvolver transtornos mentais.

Peter Jones, professor da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, destaca que essa transição não acontece de um dia para o outro.

“O que estamos a dizer realmente é que ter uma definição clara de quando se você passa da infância para a idade adulta parece algo cada vez mais absurdo.”

Os cientistas dizem que o cérebro se desenvolve em diferentes momentos para cada pessoa. “É uma transição muito mais subtil que ocorre ao longo de três décadas”, explica o pesquisador, que participa de um encontro de neurociências promovido pela Academia de Ciências Médicas de Oxford, no Reino Unido.

Segundo ele, a adoção de uma “linha divisória” é apenas uma questão de “conveniência”.

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