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Lisboa já tem passadeiras arco-íris

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Foto: Instagram andre.couto

A freguesia de Campolide, em Lisboa, já tem duas passadeiras coloridas a representar a bandeira da comunidade LGBTI+.

A ideia de colorir as passadeiras já tinha sido lançada por um vereador do CDS da junta de freguesia de Arroios, mas acabou por ser anulada por contrariar a Regulamentação de Sinalização do Trânsito.

Em Campolide, a interpretação da sinalização do trânsito foi outra. Na Rua de Campolide e na Travessa Estevão Pinto, foram pintadas duas passadeiras arco-íris este fim de semana. Ambas representam a bandeira da comunidade LGBTI+, dando assim apoio ao movimento que pretende lutar contra a discriminação.

No Instagram, o presidente da junta de freguesia de Campolide, André Couto, escreveu “A reflexão e a acção sobre estas questões são o desafio que Campolide deixa a Lisboa e ao País”.

 

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Campolide é Igualdade! | Hoje, pela primeira vez, Lisboa acordou com passadeiras com padrão arco-íris. Foi uma forma de Campolide se colocar ao lado de todos os movimentos LGBT que lutam pela igualdade e não discriminação, assim como de todos os movimentos que lutam pela igualdade e não discriminação em função de género, raça, religião e idade. Os eleitos do CDS-PP de Arroios trouxeram esta acção a público, com uma proposta fantástica, que não se concretizou por ficar presa em questões menores. Os combates pela igualdade e não discriminação têm de ser centrais na sociedade e não podem ser prejudicados, porque quem sofre não o compreenderia. A reflexão e a acção sobre estas questões são o desafio que Campolide deixa a Lisboa e ao País. 😃🏳‍🌈💚 #campolideéigualdade #direitoslgbti #lgbt #campolide #lisboa

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De acordo com o presidente André Couto, citado pelo jornal “Público”, “A passadeira continua com faixas brancas. Pintámos as cores do arco-íris apenas no intervalo das faixas brancas. No nosso entendimento, os regulamentos municipais estão cumpridos”.

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Aeródromo de Vila Real fecha por perigo de abatimento na pista

O aeródromo de Vila Real está encerrado a partir de hoje à operação de aviões.

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Aeroporto Viajar

O presidente da Câmara de Vila Real esclareceu esta terça-feira que foi detetado um “perigo de abatimento na pista” do aeródromo municipal, que determinou o encerramento “por tempo indeterminado” e implica um investimento “muito avultado”.

“Há a possibilidade de um abatimento na zona central da pista (…) Há uma linha de água que passa por baixo da pista, essa linha de água tem erodido os sedimentos que estão debaixo da pista, há um perigo de abatimento e, havendo esse perigo, não nos resta mais nada do que encerrar a pista por tempo indeterminado”, explicou Rui Santos, em conferência de imprensa.

Este aeródromo municipal é a sede de dois aviões de combate a incêndios, afetos à Proteção Civil, e é, além de Viseu e de Cascais (distrito de Lisboa), uma das paragens da carreira aérea que liga Bragança e Portimão (no distrito de Faro).

A decisão de encerramento tem implicações nas “normais operações aéreas”, estando a Proteção Civil a estudar localizações alternativas para os aviões médios de combate a incêndios, estando em cima da mesa hipóteses como os aeródromos de Chaves ou Mirandela.

Questionado sobre se este encerramento pode comprometer o combate a incêndios a partir de Vila Real, Rui Santos disse ter a esperança que “tal não aconteça”. “Como disse, os helicópteros podem operar, acresce que há aeródromos à volta, que suportarão o estacionamento de aviões e, caso seja necessário, agirão em conformidade”, frisou.

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