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Lisboa acende luzes de Natal na sexta-feira e Porto no sábado

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Lisboa vai ligar o interruptor de mais de dois milhões de luzes LED, que vão decorar as ruas da baixa lisboeta, assim como a árvore de Natal de 30 metros, na sexta-feira, às 18h00. A autarquia garante que haverá “uma poupança energética na ordem dos 80 por cento”.

A inauguração vai contar com um desfile de Natal, “cujo trajeto passará pela Praça do Comércio, decorada com a tradicional árvore de Natal, seguindo depois pela Rua Augusta, Praça D. Pedro IV (Rossio) , Rua do Carmo, Rua Garrett, e terminará na Praça Luís de Camões”, refere a autarquia em comunicado.

No Porto também há inauguração das luzes de Natal. O momento vai ser assinalado no sábado, 30 de novembro, às 18h00, com uma festa aberta a toda a população, um pouco por toda a baixa da cidade e sobretudo na Avenida dos Aliados.

A festa conta com um espetáculo multimédia e vários concertos: Agir, Ana Bacalhau, Irma, Matay e The Lucky Duckies.

A árvore de Natal do Porto também tem 30 metros de altura e mais de 30mil lâmpadas de LED, estando instalada na Praça do General Humberto Delgado, em frente ao edifício dos Paços do Concelho.

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Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) fizeram 11.235 mortos em 2018

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Os acidentes vasculares cerebrais causaram em 2018 o maior número de óbitos, com 11.235 mortes, mas os dados melhoraram em relação ao ano anterior, ao contrário das mortes por doenças respiratórias, que estão a aumentar, segundo o INE.

Os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que a redução das mortes por AVC nos últimos anos (de 13,9% em 2008 para 9,9% em 2018) foi a que maior impacto teve no decréscimo das mortes causadas por doenças do aparelho circulatório.

Em 2018 morreram 7.241 pessoas por doença isquémica do coração, menos 1% que no ano anterior, o que representa a segunda maior proporção de óbitos (6,4%) em Portugal.

Segundo o INE, registaram-se também 4.620 mortes por enfarte agudo do miocárdio, ou seja, 4,1% da mortalidade, com um aumento de 1,7% no número de óbitos em relação ao ano anterior (4.542).

Em comparação com os AVC e o enfarte agudo do miocárdio, a doença isquémica do coração apresenta as taxas brutas de mortalidade mais elevadas nos grupos etários inferiores a 65 anos.

As doenças do aparelho respiratório causaram 13.305 óbitos em 2018, um aumento de 3,8% em relação ao ano anterior, representando 11,7% da mortalidade total ocorrida no país.

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