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Lisboa acende luzes de Natal na sexta-feira e Porto no sábado

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Lisboa vai ligar o interruptor de mais de dois milhões de luzes LED, que vão decorar as ruas da baixa lisboeta, assim como a árvore de Natal de 30 metros, na sexta-feira, às 18h00. A autarquia garante que haverá “uma poupança energética na ordem dos 80 por cento”.

A inauguração vai contar com um desfile de Natal, “cujo trajeto passará pela Praça do Comércio, decorada com a tradicional árvore de Natal, seguindo depois pela Rua Augusta, Praça D. Pedro IV (Rossio) , Rua do Carmo, Rua Garrett, e terminará na Praça Luís de Camões”, refere a autarquia em comunicado.

No Porto também há inauguração das luzes de Natal. O momento vai ser assinalado no sábado, 30 de novembro, às 18h00, com uma festa aberta a toda a população, um pouco por toda a baixa da cidade e sobretudo na Avenida dos Aliados.

A festa conta com um espetáculo multimédia e vários concertos: Agir, Ana Bacalhau, Irma, Matay e The Lucky Duckies.

A árvore de Natal do Porto também tem 30 metros de altura e mais de 30mil lâmpadas de LED, estando instalada na Praça do General Humberto Delgado, em frente ao edifício dos Paços do Concelho.

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Portugal cai oito posições no Índice de Desempenho das Alterações Climáticas

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Portugal caiu oito lugares no Índice de Desempenho das Alterações Climáticas (CCPI na sigla original), com o desempenho do país a descer em quase todas as categorias, segundo o “Índice 2020”.

Com a pior posição de sempre, Portugal está agora no 25.º lugar, o que corresponde a um desempenho médio (era de desempenho alto em 2018), destacando-se apenas, pela positiva, em relação às políticas climáticas.

O Índice CCPI 2020 (Climate Change Performance Índex) é divulgado hoje em Madrid no âmbito da cimeira do clima (COP25) que decorre na capital espanhola até sexta-feira.

Na categoria de emissões com gases com efeito de estufa, Portugal tem uma classificação muito baixa especialmente pelo aumento das emissões entre 2012 e 2017 (no ano passado reduziu 09% as emissões de dióxido de carbono, a maior redução da União Europeia).

“O fim da crise económica refletiu-se no aumento do uso e das emissões de energia, e especialmente os efeitos das alterações climáticas amplificando as secas, são as principais causas para a queda no ranking”, refere o documento.

Nele lembra-se também os grandes incêndios de 2017, e diz-se que devido às secas o país não pode recorrer à energia hidroelétrica da mesma forma e ao contrário teve de usar os combustíveis fósseis, o que justifica a baixa classificação na categoria das energias renováveis e uso de energia.

“Especialistas nacionais criticam que apesar da implementação de um imposto sobre o carbono e combustíveis fósseis em 2018, o Governo continuou a dar benefícios fiscais de 2,3 milhões de euros para o carvão, em 2018”, diz-se no documento.

A nível global o documento coloca a Suécia a liderar, no quarto lugar (os três primeiros não são atribuídos porque os responsáveis do CCPI consideram que nenhum país os merece), seguida da Dinamarca, que subiu 10 posições, e de Marrocos, que fica em sexto lugar.

Os Estados Unidos aparecem como o país com pior desempenho, seguido no final da lista pela Arábia Saudita e pela Austrália. A China, o país com mais emissões do mundo, subiu três posições e está no 30.º lugar.

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