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Desporto

Liga repudia agressão a repórter de imagem da TVI

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A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) repudiou hoje a agressão sofrida por um jornalista da TVI no final do encontro entre o Moreirense e o FC Porto, da 29.ª jornada da I Liga.

“A Liga Portugal apresenta uma palavra de solidariedade ao repórter de imagem da TVI Francisco Ferreira, que estava em trabalho no Parque Desportivo Comendador Joaquim de Almeida Freitas, repudiando esta e qualquer agressão verbal ou física contra elementos da comunicação social, que ocorram nos estádios ou nas imediações dos mesmos”, lê-se num comunicado da instituição.

Para a LPFP, “o futebol deve ser um local de festa, mesmo numa altura crucial da época e em que as emoções estão mais fortes do que nunca”.

“Apelamos a todos que mantenham a serenidade nas jornadas que faltam para terminar os nossos campeonatos. É o futebol quem pode perder com atos irrefletidos”, refere o organismo.

Após o encontro da 29.ª jornada da I Liga, que terminou empatado 1-1, um jornalista da TVI foi agredido nas imediações do estádio do Moreirense, de acordo com imagens transmitidas pelo próprio canal de televisão.

A Direção de Informação da TVI também já publicou um comunicado onde “repudia veementemente a agressão que o seu repórter de imagem Francisco Ferreira sofreu na segunda-feira à noite, após o jogo entre o Moreirense e o FC Porto, tendo como protagonista o empresário de futebol Pedro Pinho”.

“A TVI apela às entidades competentes e às forças da manutenção da segurança e da ordem públicas para que se crie condições de proteção das equipas de reportagem que cobrem este tipo de eventos desportivos”, lê-se ainda co comunicado da estação televisiva.

Atualidade

Dragão vai ser palco da “Champions” onde vão poder estar 12 mil adeptos

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O Porto vai acolher pela primeira vez uma final de uma competição europeia de clubes, depois de a UEFA ter anunciado hoje que a decisão da Liga dos Campeões de futebol vai realizar-se no Estádio do Dragão.

“A capacidade do estádio para o jogo vai ser finalizada e confirmada oportunamente, em cooperação com as autoridades portuguesas e com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). No entanto, os adeptos das equipas finalistas vão poder comprar bilhetes através dos clubes da forma habitual, estando 6.000 bilhetes disponíveis por clube, que vão ser colocados à venda o mais rapidamente possível, a partir de hoje”, lê-se no comunicado da UEFA.

A final 100% inglesa entre Manchester City e Chelsea, em 29 de maio, vai ter como ‘pano de fundo’ o recinto do FC Porto, que esteve para ser o palco da Supertaça Europeia do ano passado, entretanto alterada para Budapeste, devido à pandemia de covid-19.

A final estava marcada para o Estádio Atatürk em Istambul, mas, na sequência da decisão do governo britânico de colocar a Turquia na lista vermelha de destinos de viagem covid-19, a realização da final ali significaria que nenhum dos adeptos dos clubes poderia viajar para o jogo.

A cidade do Porto e o Estádio do Dragão vão, assim, acolher a terceira final de uma Liga dos Campeões em Portugal e a segunda consecutiva, já que há pouco menos de um ano, precisamente por causa da crise mundial de saúde pública, a UEFA optou por realizar uma ‘final a oito’ em Lisboa, nos estádios da Luz e José Alvalade.

Outro recinto do Euro2004, o Estádio do Bessa, no Porto, recebeu a final do campeonato da Europa de sub-21 de 2006, em 04 de junho, quando os Países Baixos conquistaram o título, ao derrotarem a Ucrânia, por 3-0.

 

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