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Liga Europa: Já sabe com quem vão jogar as equipas portuguesas?

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As equipas portuguesas já conhecem os adversários da Liga Europa.

O sorteio realizado ao início da tarde no Mónaco, ditou os seguintes encontros:

O FC Porto vai enfrentar os suíços do Young Boys, os holandeses do Feyenoord e os escoceses do Rangers no Grupo G .

O Sporting vai defrontar os holandeses do PSV Eindhoven, os noruegueses do Rosenborg e os austríacos do LASK no Grupo D.

O Sporting de Braga vai defrontar os turcos do Besiktas, os ingleses do Wolverhampton e os eslovacos do Slovan Bratislava no Grupo K.

O Vitória de Guimarães vai defrontar os ingleses do Arsenal, os alemães do Eintracht Frankfurt e os belgas do Standard Liège no Grupo F.

A fase de grupos da Liga Europa, que vai contar pela primeira vez com quatro equipas portuguesas, vai ser disputada entre 19 de setembro e 12 de dezembro.

A final da competição está marcada para Gdansk, na Polónia, para 27 de maio de 2020.

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Cientistas explicam por que trabalhar à noite faz mal aos intestinos

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As pessoas que trabalham à noite têm mais probabilidades de desenvolver inflamações intestinais, porque há células que contribuem para a saúde intestinal que deixam de receber informações vitais do cérebro.

Os resultados da investigação foram hoje publicados na revista científica Nature. Feito pela equipa de Henrique Veiga-Fernandes, no Centro Champalimaud, em Lisboa, o estudo explica o que leva as pessoas que têm horários desregrados, como trabalhadores noturnos, a ter mais tendência para inflamações intestinais ou obesidade.

A relação entre esses problemas e os horários noturnos era conhecida e já se tem procurado relacionar os processos fisiológicos com a atividade do relógio circadiano do cérebro. Mas foi a equipa do investigador principal Veiga-Fernandes que descobriu que a função de um certo grupo de células imunitárias, conhecidas por contribuírem de forma muito significativa para a saúde intestinal, se encontra sob o controlo direto do relógio circadiano do cérebro.

Veiga-Fernandes, citado num comunicado da Fundação Champalimaud, explica que quase todas as células do corpo possuem uma maquinaria genética interna que acompanha o ritmo circadiano através da expressão dos chamados “genes relógio”, que indicam a hora do dia às células.

Esses pequenos relógios são sincronizados pelo grande relógio do cérebro (por exemplo informação sobre o dia e a noite).

A equipa descobriu que as chamadas “células linfóides inatas de tipo 3” (ILC3), que no intestino lutam por exemplo contra as infeções, são particularmente sensíveis às perturbações dos seus genes relógio.

“Quando os cientistas analisaram a forma como a perturbação do relógio circadiano cerebral influía sobre a expressão de diversos genes das ILC3, descobriram que desencadeava um problema muito específico: o “código postal” molecular destas células desaparecia!”, explica-se no comunicado.

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