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Atualidade

Leiria já tem um crematório

Cada cremação custa 250 euros, a que acrescem os honorários da agência funerária.

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Leiria panorâmica

O primeiro crematório no distrito de Leiria foi inaugurado esta segunda-feira e trata-se de um equipamento “de última geração”, dos “mais evoluídos” na Europa, segundo a Servilusa.

De acordo Paulo Carreira, diretor geral de negócio da Servilusa, a empresa vai cobrar 250 euros por cada cremação, a que acrescem os honorários da agência funerária. Mesmo assim, uma opção “mais simples e mais económica” para as famílias, aponta Paulo Carreira ao Jornal de Leiria.

No crematório de Leiria, a Servilusa estima realizar 900 cremações por ano. O equipamento resulta de um investimento de 1 milhão de euros e é uma iniciativa da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria, constituída por 10 concelhos.

Atualidade

PAN quer classificar cavalos-marinhos como espécies protegidas

O PAN quer criar um “santuário” na Ria Formosa para proteger o cavalo-marinho.

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A proteção do cavalo-marinho e a criação de zona de “santuário” na Ria Formosa, no Algarve, onde esta espécie ameaçada possa recuperar, é a proposta que o Pessoas-Animais-Natureza (PAN) apresentou, esta quinta-feira, no parlamento.  

O objetivo é proteger o habitat de uma espécie em risco de extinção em Portugal pela “degradação do seu habitat e pela captura ilegal”, através de uma “limitação das atividades económicas e lúdicas e reforço das ações de fiscalização no Parque Natural da Ria Formosa”. 

Segundo o biólogo Jorge Palma, da Universidade do Algarve, a ria Formosa apenas alojava cerca de cem mil indivíduos de cavalos-marinhos em 2018, em contraste com os dois milhões contabilizados em 2001, ou seja, um decréscimo de 90% na população. 

O partido advertiu que a poluição e a captura ilegal são duas das principais ameaças à espécie, que o cavalo-marinho pode “estar associado a um esquema de tráfico em rede com o intuito de comercialização no mercado oriental” e que “as operações e detenções de redes e armadilhas têm-se revelado insuficientes na proteção das espécies” e da própria Ria Formosa.

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