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Legionella faz mais uma vítima

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O surto de ‘legionella’ dos concelhos de Matosinhos, Vila do Conde e Póvoa de Varzim causou hoje mais uma morte, elevando para nove o número de óbitos, disse à Lusa fonte da Administração Regional de Saúde no Norte (ARS-N).

Segundo a mesma fonte, o óbito verificou-se no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, onde desde 30 de outubro já morreram sete pessoas devido à doença, tendo outras duas morrido no Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde.

Desde o início do surto ‘legionella’ na área do Grande Porto, já morreram nove pessoas das 79 que foram diagnosticadas com a doença, continuando internadas 24.

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Governo deve avançar hoje com novas medidas de confinamento

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O governo vai reunir-se em conselho de ministros extraordinário esta segunda-feira, devendo aprovar novas medidas relacionadas com o confinamento.

A informação, confirmada pela Lusa junto de fonte do Governo, foi avançada pela RTP, que adianta que em cima da mesa estará a aprovação de novas medidas relacionadas com o confinamento, nomeadamente a proibição de venda de bebidas ao postigo para evitar ajuntamentos à porta dos cafés.

Outra medida em avaliação será a possibilidade de abrir os centros de tempos livres para crianças até aos 12 anos.

No domingo, o Presidente da República admitiu um agravamento de medidas, considerando que o confinamento não está a ser levado a sério.

“Pode ser necessário ir mais longe no fechamento de atividades que ainda ficaram abertas, se for necessário, como sinal à sociedade”, declarou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas no Hospital de Santa Maria, adiantando que, “se for preciso reponderar medidas, o Governo naturalmente terá o apoio do Presidente da República”.

Do lado do Governo, a ministra da Saúde, Marta Temido, apelou à responsabilidade individual dos portugueses, admitindo que viu com preocupação a forma como os portugueses se comportaram no primeiro fim de semana, desde que entrou em vigor o novo confinamento geral.

Fazendo um ponto da situação, Marta Temido disse que todo o sistema de saúde está “muito próximo do limite” e pediu o apoio dos portugueses.

“Por favor, fiquem em casa, cumpram e façam cumprir aos outros que estão à vossa volta, porque, senão, não vamos conseguir enfrentar isto”, disse.

O Conselho de Ministros aprovou no passado dia 13 novas medidas para controlar a pandemia de covid-19, entre as quais o dever de recolhimento domiciliário, que entraram em vigor às 00:00 de sexta-feira passada.

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