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Julen, o menino que caiu num poço em Málaga, morreu pouco depois da queda

A autópsia ao corpo da criança garantiu que o menino morreu pouco depois da queda.

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Hospital Saúde Médico

Julen, o menino de dois anos que caiu num poço em Totalán, Málaga, morreu “poucos minutos depois da queda”, escreve o jornal espanhol El País, que cita a autópsia ao corpo da criança.

O exame revelou que o menino morreu às 13h50, do dia 13 de janeiro de 2019, sendo que “a causa fundamental da morte foi a queda”, que levou a um traumatismo cranioencefálico e raquimedular, uma lesão na coluna vertebral.

A autópsia garante ainda que Julen não morreu devido às operações de resgate, mais precisamente devido à picareta que começou a trabalhar quatro horas após a queda da criança.

O resgate durou 13 dias. Na altura, houve necessidade de recorrer a explosões controladas para tirar rochas do caminho, atrasos provocados por erros de cálculo na altura de entubar os túneis e contrariedades pelas condições climatéricas.

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Iberdrola sobe indemnizações de casas afetadas por sistema de barragens do Tâmega

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A Iberdrola vai aumentar o valor das indemnizações pelas 52 casas afetadas pelas barragens de Daivões, Alto Tâmega e Gouvães, pagar novas habitações e desistir dos realojamentos em pré-fabricados em Ribeira de Pena, revelou hoje o presidente daquela autarquia.

João Noronha falava aos jornalistas no Porto, após uma reunião com representantes da Iberdrola, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), e os autarcas de Boticas, Chaves, Vila Pouca de Aguiar e Cabeceiras de Basto, os outros municípios afetados pelo Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET), que inclui ainda a barragem de Gouvães.

“Finalmente temos estes valores todos definidos e fixados. Vão ser pagos 950 euros por metro quadrado [de cada casa afetada], o que vai acrescentar um valor significativo às pessoas afetadas, nomeadamente as que já tinham sido indemnizadas. Acreditamos que, em finais de janeiro, as pessoas vão receber os correspondentes cheques”, afirmou o autarca de Ribeira de Pena, João Noronha, como porta-voz dos outros presidentes de câmara.

Para além de subir o valor das indemnizações pelos imóveis afetados, a Iberdrola vai ainda suportar a construção de novas habitações, em terrenos cedidos pelos municípios, e o valor do arrendamento temporário, até que as novas casas estejam concluídas, garantiu João Noronha.

Com isto, resolveu-se também a questão dos contentores instalados em Ribeira de Pena, que vão ser desmontados, passando seis famílias a ficar em casas alugadas.

Em alternativa, explicou o autarca, a Iberdrola vai pagar a renda dos realojamentos “em habitações condignas”, pelo tempo que cada família levar a “fazer a sua nova casa”.

Ainda no caso de Ribeira de Pena, o autarca esclareceu que serão 14 as casas novas e que os restantes casos “estão resolvidos”.

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