Ligue-se a nós

Atualidade

Jovens agricultores lamentam fim da carne de vaca na Universidade de Coimbra

Publicado

A Associação dos Jovens Agricultores de Portugal (APAJ) considerou lamentável e alarmista a decisão da Universidade de Coimbra (UC) de eliminar o consumo da carne de vaca das cantinas universitárias a partir de janeiro de 2020.

“Que os políticos menos bem informados sigam caminhos fáceis de populismos infundados, só porque está na moda falar nestes temas, é uma coisa. Agora, um reitor de um importante estabelecimento de ensino superior implementar esta medida vem causar alarmismo a um setor crucial como é a agricultura e a pecuária”, refere a associação, em comunicado enviado à agência Lusa.

Considerando a medida “alarmante e extremamente prejudicial” para os agricultores, a APAJ teme que, “pelo andar da carruagem, venha agora um outro responsável proibir o consumo de leite de vaca, o consumo de pão, o uso de camisolas de lã das nossas ovelhas, ou até os sapatos de pele, cujas alternativas são as fibras derivadas do petróleo”.

“Será que alguém já se preocupou, verdadeiramente neste país, com os gases poluentes que libertam os automóveis de alunos, professores, reitores e de todos os cidadãos em geral? Será que transportes públicos e automóveis elétricos não deveriam ser uma excelente alternativa para atingirmos os objetivos do país relativamente à descarbonização”, questiona.

Para a associação, as universidades e escolas devem fazer estudos e recomendações, colocar à disposição dos seus estudantes nas cantinas mais do que uma opção nas suas ementas, mas não devem tomar “medidas radicais desta natureza, pois todos deveriam ter oportunidade de escolher o que gostam ou não de comer”.

O reitor da Universidade de Coimbra (UC) anunciou na terça-feira que vai eliminar o consumo de carne de vaca nas cantinas universitárias a partir de janeiro de 2020, por razões ambientais.

Atualidade

Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

Publicado

Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

Continue a ler

Populares