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Jovem portuguesa morre e rapaz fica gravemente ferido em acidente na Hungria

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Uma jovem portuguesa de 16 anos morreu e um outro aluno do secundário ficou gravemente ferido na sequência de um acidente de viação na Hungria, segundo o secretário de Estado das Comunidades.

“Queria confirmar o falecimento de uma portuguesa e um outro ferido em estado grave no seguimento de um acidente grave, a cerca de 70 km da cidade de Budapeste”, avançou José Luís Carneiro à Lusa.

De acordo com o jornal Blikk, a vítima mortal viajava com outros colegas portugueses da Roménia para o aeroporto de Budapeste.

A jovem era estudante do 10º ano da Escola Secundária de Pinheiro e Rosa, em Faro, avança o jornal Sul Informação. O grupo, cerca de seis estudantes todos da mesma idade, estavam naquele país ao abrigo do programa de intercâmbio Erasmus+.

O autocarro que levava os seis alunos da Pinheiro e Rosa e outros participantes deste encontro Erasmus+ embateu num camião, no caminho para o aeroporto de Budapeste, explicou Francisco Soares, diretor do agrupamento de escolas farense.

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Aeródromo de Vila Real fecha por perigo de abatimento na pista

O aeródromo de Vila Real está encerrado a partir de hoje à operação de aviões.

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Aeroporto Viajar

O presidente da Câmara de Vila Real esclareceu esta terça-feira que foi detetado um “perigo de abatimento na pista” do aeródromo municipal, que determinou o encerramento “por tempo indeterminado” e implica um investimento “muito avultado”.

“Há a possibilidade de um abatimento na zona central da pista (…) Há uma linha de água que passa por baixo da pista, essa linha de água tem erodido os sedimentos que estão debaixo da pista, há um perigo de abatimento e, havendo esse perigo, não nos resta mais nada do que encerrar a pista por tempo indeterminado”, explicou Rui Santos, em conferência de imprensa.

Este aeródromo municipal é a sede de dois aviões de combate a incêndios, afetos à Proteção Civil, e é, além de Viseu e de Cascais (distrito de Lisboa), uma das paragens da carreira aérea que liga Bragança e Portimão (no distrito de Faro).

A decisão de encerramento tem implicações nas “normais operações aéreas”, estando a Proteção Civil a estudar localizações alternativas para os aviões médios de combate a incêndios, estando em cima da mesa hipóteses como os aeródromos de Chaves ou Mirandela.

Questionado sobre se este encerramento pode comprometer o combate a incêndios a partir de Vila Real, Rui Santos disse ter a esperança que “tal não aconteça”. “Como disse, os helicópteros podem operar, acresce que há aeródromos à volta, que suportarão o estacionamento de aviões e, caso seja necessário, agirão em conformidade”, frisou.

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