Ligue-se a nós

Atualidade

Jovem Catarina continua desaparecida em Leiria

Publicado

Foto: Facebook Maria Oliveira

Catarina Cardoso continua desaparecida do lar de acolhimento Santa Isabel, em Leiria, de acordo com a Record TV.

No dia 3 de junho, saiu de manhã para ir para a escola, mas não chegou a entrar no estabelecimento e o telemóvel ficou no lar.

O lar de acolhimento só deu o alerta para o desaparecimento nessa noite, mas não avisou a família de Catarina.

Ao que se sabe, a jovem foi retirada à família e entregue à instituição em Leiria depois de ter fugido de casa em fevereiro do ano passado. Catarina vivia na casa da avó no Casal do Rei e, depois de desaparecer durante três dias, foi encontrada no Bairro de Chelas, em Lisboa.

Ainda segundo a Record TV, esta não foi a primeira vez que a menor se ausentou de casa. Noutra altura, Catarina fugiu para se encontrar com um rapaz mais velho em Setúbal.

A avó da menina, Maria Oliveira, apela por notícias nas redes sociais.

Atualidade

Médicos do Centro dizem que SNS 24 encaminha crianças suspeitas de covid-19 “sem critério clínico” para urgências

Publicado

A Ordem dos Médicos do Centro lamentou hoje que a linha SNS 24 esteja a encaminhar crianças e jovens “sem critério clínico” para as urgências hospitalares e pediu a definição urgente de “um plano seguro e com medidas inequívocas”.

“Há crianças a ir às urgências hospitalares sem necessidade, não há estruturas extra-hospitalares para a realização de testes às crianças mais pequenas e, nas críticas, nem a linha SNS 24 escapa”, refere a secção regional do Centro da Ordem dos Médicos, em comunicado enviado à agência Lusa.

Na sequência de uma reunião com os diretores de serviço de pediatria dos hospitais da região Centro, esta estrutura considera que “a realidade afigura-se bastante problemática”.

“No âmbito de casos suspeitos de covid-19 em crianças e jovens, cada unidade hospitalar tem os seus procedimentos próprios, mas falta clareza nas medidas a adotar nestes casos”, refere o presidente da secção regional do Centro da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes.

Por isso, pede “a intervenção urgente da tutela para que se evitem situações caóticas a nível das instituições de saúde, nomeadamente nos serviços de urgência, nas famílias e nas escolas”.

Segundo Carlos Cortes, “as orientações dadas pela linha SNS 24 em relação a crianças são frequentemente incorretas do ponto de vista da referenciação, já que muitas situações não urgentes são sistematicamente encaminhadas para os serviços de urgência de pediatria”.

“Sucedem os casos, perante a indefinição de critérios da linha SNS 24, em que as crianças são encaminhadas para os serviços de urgência dos hospitais sem qualquer critério clínico de gravidade que o justifique, sendo, muitas vezes, apenas para a realização de teste SARS-CoV”, acrescenta.

No seu entender, “deve ser reforçada a importância e a necessidade de rever as possibilidades de articulação entre os cuidados hospitalares e os cuidados de saúde primários na orientação das crianças com doença aguda, de forma a tentar evitar o recurso a serviços hospitalares de urgência pediátricos em casos em que tal não é efetivamente necessário em termos clínicos”.

Estes problemas estão elencados numa carta enviada ao Ministério da Saúde, à Direção-Geral da Saúde e à Administração Regional de Saúde do Centro, “para que a tutela promova, de forma urgente”, a articulação entre os serviços hospitalares, os cuidados de saúde primários e as autoridades de saúde pública da região Centro.

Continue a ler

Populares