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Jorge Mendes é o terceiro empresário desportivo mais poderoso – Forbes

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Foto: gestifute.com

E o empresário desportivo mais poderoso do mundo é Jonathan Barnett. De acordo com o ranking da revista Forbes, Jorge Mendes, apesar de ter feito o negócio da transferência de João Félix do Benfica para o At. Madrid, por 126 milhões de euros, está no terceiro lugar da lista. 

Segundo a Forbes, Barnett, que é o dono da empresa Stellar Group, é o número 1, no segundo lugar está Scott Boras, que está ligado ao beisebol. 

O português Jorge Mendes, provavelmente o agente mais conhecido do mundo, que gere a empresa Gestifute, fecha o pódio na terceira posição da lista. Segundo a Forbes, Mendes terá feito contratos no valor de 1.076 milhões de euros, que lhe valeram quase 106 milhões em comissões.  

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Atualidade

Benfica pode ter de vir a jogar à porta fechada

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O Tribunal Arbitral do Desporto considerou improcedente o recurso do Benfica ao castigo de disputar um jogo de futebol à porta fechada.

Fonte oficial do Benfica confirmou hoje à Lusa que vai recorrer para o Tribunal Central e Administrativo do Sul da decisão de segunda instância tomada na segunda-feira, suspendendo a pena de um jogo à porta fechada e de uma multa de 11.475 euros impostos ao Benfica.

Este castigo foi imposto pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, pelo comportamento dos adeptos ‘encarnados’ na visita ao Estoril Praia, em 21 de abril de 2018, “traduzido no arremesso de algumas tochas para o terreno de jogo” aquando dos golos das ‘águias’, que venceram por 2-1.

Na ocasião, o Benfica recorreu, primeiro, para o pleno do CD da FPF, que viria a manter o castigo, e, depois, para o TAD, alegando que não era “promotor do espetáculo desportivo”, por estar a jogar como visitante.

Na decisão de segunda-feira, à qual a Lusa teve acesso, o TAD “declara totalmente improcedente o recurso interposto pela demandante [Benfica] e confirma integralmente a decisão disciplinar recorrida”.

Fonte conhecedora do processo explicou à Lusa que esta instância de apelo refutou a exclusão de responsabilidade para os clubes visitantes, defendendo, mesmo nestes casos, vigilância apertada sobre os seus adeptos.

 

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