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Joana Marques Vidal questiona existência de PJ Militar

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Assembleia República Inquérito
Foto: ARTV | Canal Parlamento

A antiga procuradora-geral da República Joana Marques Vidal questionou a existência da Polícia Judiciária Militar (PJM), afirmando que deve ser feito “um estudo mais aprofundado” sobre a sua função.

“Deve avaliar-se a necessidade de existência da PJM”, admitiu Marques Vidal, numa audição na comissão de inquérito ao furto de material militar de Tancos, em junho de 2017, durante a qual criticou o comportamento desta polícia, tutelada pelo Ministério da Defesa.

Segundo a Lusa, Joana Marques Vidal chegou a dizer que os elementos da PJM “confundem as suas obediências próprias” com hierarquias militares e as funções da PJM.

Na audição, a antiga procuradora (2012-2018) considerou ilegal a intervenção da PJM no dia em que foi recuperado parte do material militar, em 18 de outubro de 2017, quatro meses após o furto dos paióis de Tancos, por ter feito diligências sem as comunicar nem à Polícia Judiciária (PJ), que liderava a investigação, nem ao Ministério Público.

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Novos aviões da TAP investigados após enjoos e vómitos a bordo

O problema poderá estar no sistema de renovação do ar. 

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Vários tripulantes e passageiros da TAP apresentaram, nos últimos meses, queixas de enjoos e vómitos a bordo dos novos aviões A330Neo.

O mais recente episódio dos vários registados aconteceu na semana passada, durante um voo para o Brasil.

De acordo com a TSF, a tripulação sentiu-se mal no final da viagem e os pilotos foram vistos a usar uma máscara na aterragem para garantirem que respiravam o ar adequado. O mesmo já teria acontecido noutros voos. Segundo a estação de rádio, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) já recebeu cerca de dez relatos de tripulantes preocupados.

Segundo a TSF, o problema pode estar relacionado com uma renovação insuficiente do ar dentro dos novos aviões – os mais recentes aparelhos ao serviço da companhia portuguesa -, que faz com que este atinja valores que podem causar indisposições no final de viagens longas.

A TAP confirmou ao JN, em resposta escrita, ter “registo de relatos de casos pontuais de tripulantes com ligeiras indisposições”, afastando que tais sejam motivados pela circulação de ar.

A Airbus já reuniu com a companhia aérea, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil e a Associação Portuguesa de Tripulantes de Cabine, a fim de apurar a causa do problema.

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