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Jair Bolsonaro rompe com o próprio partido

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Foto: Facebook Jair Messias Bolsonaro

Jair Bolsonaro decidiu romper com o próprio partido, o Partido Social Liberal, ao qual se filiara no ano passado. O presidente da República do Brasil fica assim sem ligação a nenhuma força política, situação inédita desde a redemocratização, em 1988.

Bolsonaro já comunicou aos aliados, de acordo com alguma imprensa brasileira, da sua intenção de abandonar os sociais liberais, uma medida que cogitava há semanas.

Bivar, entretanto, disse já hoje que foi ele quem afastou Bolsonaro do PSL porque, afirmou ao canal Globonews, “não estamos num grémio [associação] estudantil”. “Ele não tem mais relação alguma com o partido”, concluiu.

Na base da decisão de Bolsonaro (e de Bivar) estão escândalos de corrupção na campanha – como a promoção, com o fundo público eleitoral, de candidaturas femininas falsas – e a desordem do seu grupo parlamentar. Antes de Bolsonaro, o PSL tinha um deputado, depois dele ficou com mais de 50, sendo a segunda maior força legislativa atrás apenas do Partido dos Trabalhadores.

Se Bolsonaro vier a integrar uma nova força, já criada ou por criar, situação ainda em aberto, será o nono partido da sua carreira política, iniciada há cerca de 30 anos.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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