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Já são conhecidas as regras que os restaurantes devem cumprir

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) publicou, esta sexta-feira, orientação para estabelecimentos de restauração e bebidas lidarem em segurança com a reabertura quando ainda atravessamos a pandemia da Covid-19. Nesta, incluem-se normas sobre a disposição “das mesas e das cadeiras” que “deve garantir uma distância de, pelo menos, dois metros entre as pessoas”, sendo que os “coabitantes podem sentar-se frente a frente ou lado a lado, a uma distância inferior”.
A Autoridade para a Saúde aconselha ainda, numa nota enviada às redações, que as empresas devem reduzir a capacidade máxima do estabelecimento, para que o distanciamento social seja então possível, privilegiando também “a utilização de áreas exteriores, como as esplanadas (sempre que possível) e o serviço take-away”.

O agendamento prévio de lugares é outra das medidas a que a DGS incentiva, uma vez que “estão desaconselhados os lugares de pé, tal como as operações do tipo self-service, como buffets”.

No que à limpeza e desinfeção dos espaços diz respeito, esta norma indica que devem ser respeitadas “as orientações anteriormente emitidas pela DGS”. Os proprietários “devem desinfetar, pelo menos seis vezes por dia, todas as zonas de contacto frequente (maçanetas de portas, torneiras de lavatórios, mesas, bancadas, cadeiras, corrimãos) e, após cada utilização, os equipamentos críticos (tais como terminais de pagamento automático e ementas individuais”.

A higienização das mãos é fundamental, “com solução à base de álcool ou com água e sabão à entrada e à saída do estabelecimento por parte dos clientes”..
Quanto ao uso de máscaras, a DGS refere que os clientes “devem considerar a utilização” – exceto durante o período de refeição -, assim como “evitar tocar em superfícies e objetos desnecessários e dar preferência ao pagamento eletrónico”.

 

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Já pode ir ao cinema a partir de segunda-feira

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Ao fim de mais de dois meses, os teatros e as salas de espetáculo e de cinema poderão reabrir com “lugares marcados, todas as filas ocupadas” e “um lugar de intervalo entre os espectadores, exceto se forem coabitantes”, disse hoje a ministra da Cultura à agência Lusa.

O uso de máscara  vai ser obrigatório para o público e tem de haver “higienização dos espaços entre espetáculos ou sessões”.

No caso dos teatros, terá de ser garantida “uma distância de dois metros entre a boca de cena e a primeira fila” e “os corpos artísticos e equipas técnicas não têm de usar Equipamento de Proteção Individual [EPI] em palco, mas sim à entrada e saída de palco”.

As regras mudam em relação aos eventos culturais ao ar livre. Nesse caso, “não é obrigatório o uso de máscara” pelo público.

O espaço onde decorrer o evento, como uma praça ou um parque, “tem de ter delimitações”, assim como têm de ser “assinalados os locais onde as pessoas devem estar (podem ser marcações no chão, bancos, cadeiras)” e tem de haver “1,5 metros de distância entre as pessoas”, ou grupos de coabitantes.

A reabertura de salas de espetáculos, teatros e cinemas, bem como a retoma de eventos culturais ao ar livre está prevista na terceira fase do “Plano de Desconfinamento” do Governo.

As regras gerais de reabertura, que pode acontecer a partir de segunda-feira, foram definidas pelo Ministério da Cultura “em diálogo com a Direção-Geral de Saúde”.

Lusa

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