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Já sabe em quem vai votar nas eleições europeias? Este teste ajuda-o

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O Euandi2019 é uma aplicação ou ferramenta de ajuda ao voto que reduz os custos (de tempo ou racionalidade) da tomada de decisão dos eleitores na escolha do partido que lhes está mais próximo.

“Em vez de pedir às pessoas para lerem todos os programas eleitorais, entrevistas dos líderes, dos cabeças de lista, nós fizemos esse trabalho prévio”, explica José Santana Pereira, iprofessor de Ciência Política do ISCTE-IUL e um dos líderes do projeto em Portugal.

A aplicação, promovida pelo Instituto Universitário Europeu para as eleições europeias que se aproximam, faz perguntas sobre temas que caracterizam o debate político e as posições ideológicas dos partidos.

No final, o resultado diz-lhe, percentualmente, o partido que mais se aproxima das suas posições.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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