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Isaltino Morais confirma candidatura de Oeiras a Capital Europeia da Cultura 2027

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O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, confirmou hoje que o município irá candidatar-se a Capital Europeia da Cultura 2027, anunciando que o antigo secretário de Estado Jorge Barreto Xavier será o comissário da candidatura.

“Nunca me passou pela cabeça que Oeiras fosse candidata a Capital Europeia da Cultura, mas a verdade é que temos tudo para uma candidatura muito forte e é muito importante Oeiras ganhar esta candidatura. Eu vou dar todo o gás à equipa, sendo que vamos ganhar sempre, seja qual for o resultado, porque vamos trabalhar muito”, afirmou Isaltino Morais no encerramento de uma conferência preparatória da candidatura, citado numa nota da autarquia.

O antigo secretário de Estado da Cultura Jorge Barreto Xavier, que é atualmente o diretor municipal da Educação, Desenvolvimento Social e Cultura de Oeiras, será o comissário da candidatura.

No encerramento da conferência preparatória da candidatura, que decorreu no Templo da Poesia, no Parque dos Poetas, em Oeiras, Isaltino Morais destacou o trabalho que a autarquia já está a desenvolver na preservação do património cultural, nomeadamente na recuperação da Estação Agronómica Nacional.

Esta obra, referiu, deverá representar um investimento de cerca de oito milhões de euros.

A autarquia está ainda a negociar um acordo com o Governo para a aquisição do Convento da Cartuxa, em Caxias, prevendo, depois disso, investir quatro milhões de euros naquela infraestrutura.

Os concursos para a atribuição da distinção são lançados seis anos antes, pelo que o processo de escolha da Capital Europeia da Cultura 2027 só se iniciará em 2021.

Atualidade

Rui Rio defende um Governo de salvação nacional depois das prioridades saúde e economia

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O presidente do PSD considerou que, quando a questão da recuperação económica se tornar a prioridade, com a melhoria da situação de saúde, vai ter de se debater a composição de um Governo de salvação nacional.

Rui Rio em entrevista à RTP, disse, no entanto, que “neste momento a prioridade não é pensar sobre isto”, porque se coloca “a parte sanitária em primeiro lugar”.

O presidente do PSD considerou ainda “quase impossível” não prolongar o estado de emergência para combater a pandemia da covid-19 e afirmou que a maior falha até agora relacionou-se com a desproteção dos profissionais de saúde.

Rui Rio foi questionado se coloca um cenário de Bloco Central, com PS e PSD no Governo, ou a formação de um Governo de salvação nacional para responder à crise económica do país.

“A isso não lhe vou responder sim, não lhe vou responder não, não lhe vou responder talvez. Não penso nada sobre isso, porque neste momento a prioridade não é pensar sobre isto”, alegou.

Para o presidente do PSD, atualmente, “é a parte sanitária em primeiro lugar e a parte económica em segundo”.

Em relação à evolução da economia portuguesa no pós-crise sanitária, o líder social-democrata advertiu que Portugal vai viver “tempos muito pesados”.

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