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Infarmed manda retirar creme “D’Aveia Regenerador de Mamilos”

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Foto: Infarmed.pt

O Infarmed ordenou a retirada do mercado do produto cosmético “D’Aveia Regenerador de Mamilos”, por ter um conservante proibido desde 2015 para este tipo de produtos, que pode colocar em risco a saúde.

A Autoridade Nacional do Medicamento refere num comunicado publicado no seu ‘site’ que constatou, no âmbito das suas atividades, que o produto cosmético “D´Aveia Regenerador de Mamilos” contém na sua composição o conservante Triclosan, cuja utilização para este tipo de produto cosmético se encontra proibida desde 30 de julho de 2015, de acordo com o disposto no Regulamento da União Europeia.

“Atendendo a que o uso deste produto pode colocar em risco a saúde humana”, o Infarmed ordena “a suspensão imediata da comercialização e a retirada do mercado de todas as unidades” deste produto.

A autoridade do medicamento adverte as entidades que dispõem de unidades deste produto que não os podem disponibilizar, devendo proceder à sua devolução.

Recomenda ainda aos consumidores que possuam este creme para não o utilizar.

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Turismo algarvio procura alternativas ao mercado britânico

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O turismo algarvio procura alternativas ao mercado britânico, que representa um terço das dormidas na região e quase metade dos passageiros desembarcados no Aeroporto de Faro, e espera que o Governo britânico reverta a sua posição.

“Não tenhamos ilusões, porque um mercado que representa um terço dos mercados externos não tem uma solução rápida para colmatar esta lacuna”, disse à Lusa o presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA).

João Fernandes destaca que “quase metade (49%)” do desembarque dos quatro milhões e meio de passageiros no Aeroporto de Faro “são do Reino Unido” e, em termos em dormidas, “representam um terço (33%)” do total das dormidas do mercado externo, com seis milhões de dormidas em hotelaria classificada.

Ressalva ainda que há “100 mil camas de alojamento local” bem como “cerca de 200 mil segundas residências”, que não entram nos cálculos do Instituto Nacional de Estatística”.

Portugal foi excluído de uma lista de países com quem o Reino Unido estabeleceu um corredor aéreo, num sistema que vai entrar em vigor hoje e dispensa de fazer quarentena quem chegue a solo britânico proveniente dos países que constam dessa lista.

Até agora, quem chegava do estrangeiro ao Reino Unido tinha de ficar 14 dias em isolamento ou arriscava uma multa de mil libras (1.100 euros).

O presidente da Região de Turismo do Algarve considerou que o único mercado que pode “fazer um efeito tampão ao britânico é o nacional”, sendo também o que “habitualmente tem mais presença em julho e agosto”.

Por isso, defendeu que é necessário “reforçar a procura de portugueses, de espanhóis, de alemães, de franceses, de irlandeses e de italianos”, mercados que têm sido explorados na “diversificação da aposta”.

“Recentemente lançámos uma campanha para o mercado interno, com reflexo também no mercado espanhol, inglês, alemão, holandês, irlandês e francês, os nosso principais mercados”, informou João Fernandes.

O setor do turismo foi dos mais afetado desde o início da pandemia e agravou-se agora mais no Algarve, na época alta, depois de vários países obrigarem os seus cidadãos a um período de quarentena se viajarem para Portugal.

Os empresários algarvios revelam quebras de atividade das empresas dos diferentes setores na ordem dos 70% a 90% e o desemprego na região cresceu em maio mais de 200% em relação ao mesmo período de 2019.

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