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INEM esclarece que helitransporte de Santana seguiu critérios clínicos

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Foto: Facebook INEM - Instituto Nacional de Emergência Médica

O INEM esclareceu que o helitransporte de Santana Lopes para Coimbra se deveu a critérios clínicos, após críticas pelo uso do meio aéreo quando não havia aparentemente perigo de vida.

O INEM rebateu esta noite os comentários que surgiram na sua página no Facebook, perante o uso do helicóptero do organismo, estacionado em Santa Comba Dão, para realizar o transporte de Santana Lopes para o Hospital Universitário de Coimbra (HUC), a cerca de duas dezenas de quilómetros do local do despiste do veículo.

No esclarecimento o INEM escreve que “Em função da avaliação clínica realizada, uma das vítimas foi helitransportada para os Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) com suspeita de traumatismo torácico, e a outra vítima foi transportada de Ambulância também para os HUC, com acompanhamento da Equipa Médica da VMER dos Covões, com suspeita de traumatismo craniano”.

O Instituto de Emergência Médica acrescenta ainda que “o serviço (…) é universal, gratuito, e exige igualdade de tratamento para todos os cidadãos que se encontrem em território de Portugal Continental.”

O alerta para o acidente foi dado pelas 17h05 horas ao CODU, que enviou para o local, além do héli de Santa Comba Dão, uma viatura médica de emergência e reanimação do Hospital dos Covões e duas ambulâncias dos bombeiros voluntários de Pombal e de Soure.

Santana Lopes foi transportado de helicóptero para os HUC e Paulo Sande seguiu de ambulância acompanhado por uma equipa médica do Hospital dos Covões.

A necessidade de pouso do helicóptero na A1 levou a que a autoestrada fosse cortada ao trânsito durante uma hora e meia nos dois sentidos.

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Aeródromo de Vila Real fecha por perigo de abatimento na pista

O aeródromo de Vila Real está encerrado a partir de hoje à operação de aviões.

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Aeroporto Viajar

O presidente da Câmara de Vila Real esclareceu esta terça-feira que foi detetado um “perigo de abatimento na pista” do aeródromo municipal, que determinou o encerramento “por tempo indeterminado” e implica um investimento “muito avultado”.

“Há a possibilidade de um abatimento na zona central da pista (…) Há uma linha de água que passa por baixo da pista, essa linha de água tem erodido os sedimentos que estão debaixo da pista, há um perigo de abatimento e, havendo esse perigo, não nos resta mais nada do que encerrar a pista por tempo indeterminado”, explicou Rui Santos, em conferência de imprensa.

Este aeródromo municipal é a sede de dois aviões de combate a incêndios, afetos à Proteção Civil, e é, além de Viseu e de Cascais (distrito de Lisboa), uma das paragens da carreira aérea que liga Bragança e Portimão (no distrito de Faro).

A decisão de encerramento tem implicações nas “normais operações aéreas”, estando a Proteção Civil a estudar localizações alternativas para os aviões médios de combate a incêndios, estando em cima da mesa hipóteses como os aeródromos de Chaves ou Mirandela.

Questionado sobre se este encerramento pode comprometer o combate a incêndios a partir de Vila Real, Rui Santos disse ter a esperança que “tal não aconteça”. “Como disse, os helicópteros podem operar, acresce que há aeródromos à volta, que suportarão o estacionamento de aviões e, caso seja necessário, agirão em conformidade”, frisou.

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