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Atualidade

Idosos que saiam dos lares por mais de 24 horas já não precisam de isolamento

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Os idosos que vivem nos lares e saiam por períodos superiores a 24 horas já não precisam de fazer o isolamento de 14 dias, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Na orientação, hoje atualizada, a DGS refere que esta dispensa abrange os utentes que nos últimos 90 dias cumpriram os critérios de fim de isolamento e/ou que tenham um esquema vacinal completo contra a COVID-19.

A orientação hoje atualizada define os procedimentos não só para as Estruturas Residenciais para Idosos (várias tipologias), como das Unidades de Cuidados Continuados Integrados, as estruturas residenciais para pessoas com doença psiquiátrica ou do foro mental e aquelas que acolhem pessoas com deficiência e incapacidade.

Apesar de estarem quase todos vacinados contra a covid-19, os idosos que vivem em lares que saíssem por um período inferior a 24 horas já não precisavam de teste contra covid-19 nem de isolamento profilático, mas os que saíssem por mais de 24 horas continuavam obrigados ao isolamento se a saída fosse superior a um dia.

Segundo o documento hoje publicado pela DGS, nas novas admissões nos lares mantêm-se a necessidade de teste laboratorial molecular negativo ao vírus SARS-CoV-2 para os residentes/utentes que não tenham história de infeção nos últimos 90 dias.

Ainda para as novas admissões, os utentes não vacinados contra a covid-19 e sem história de infeção por SARS-CoV2 nos últimos 90 dias devem cumprir um período de isolamento não inferior a 14 dias.

“Em situações em que o teste laboratorial não possa ser realizado antes da admissão na instituição, o novo residente/utente deve ficar em isolamento e realizar o teste com a maior brevidade possível, sendo o seu encaminhamento realizado em função da evolução clínica e do resultado do teste laboratorial”, acrescenta o documento.

Atualidade

Teletrabalho obrigatório até final de maio

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A ministra da Presidência salientou que nesta fase, enquanto aguarda um novo cenário de níveis de risco e de desconfinamento que está a ser definido pelos peritos, foi decidido que “até ao fim de maio em todo o país o teletrabalho permanece obrigatório”.

A possibilidade de prolongar até ao final deste mês o regime que define que o teletrabalho se mantém obrigatório em todos os concelhos do território continental já tinha sido transmitida esta quarta-feira pelo Governo aos parceiros sociais durante a reunião da Concertação Social.

 

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