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Hospital de Vila Franca de Xira garante que urgência está funcionar em pleno

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O serviço de urgência Hospital Vila Franca de Xira “está a funcionar em pleno”, garantiu hoje a administração desta unidade hospitalar, apontando que a solicitação para desviar temporariamente os doentes foi revertida de madrugada.

“Ontem [segunda-feira] à tarde existiu uma afluência muito significativa ao serviço de urgência, encontrando-se o nível de utentes internados igualmente muito elevado pelo que o hospital, em coordenação com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale Do Tejo, solicitou ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) que provisória e excecionalmente não enviasse mais utentes para o seu serviço de urgência”, admite o Hospital Vila Franca de Xira, numa nota enviada à agência Lusa.

Mas, no mesmo comunicado, a administração desta unidade hospital do distrito de Lisboa, garante que hoje “o serviço de urgência do Hospital Vila Franca de Xira está a funcionar em pleno”.

“A solicitação enviada ao CODU para desviar temporariamente os doentes foi totalmente revertida esta madrugada, dia 31 de dezembro, encontrando-se a situação regularizada”, termina a nota.

Na segunda-feira as corporações de bombeiros da zona de Vila Franca de Xira alertaram que a urgência geral do hospital apresentava “constrangimentos” e não podia receber doentes “previsivelmente até às 08:00 do dia 31 de dezembro”.

Numa mensagem divulgada na rede social Facebook, a corporação dos Bombeiros Voluntários da Azambuja alertou que os utentes iam ser transportados para outros hospitais.

“Informamos que a urgência geral do Hospital de Vila Franca de Xira apresenta constrangimentos, não podendo receber doentes previsivelmente até às 08:00 do dia 31 de dezembro. Por esse motivo, os nossos utentes serão referenciados pelo INEM para outros hospitais de destino, tendencialmente na região da grande Lisboa”, referia a mensagem.

Os bombeiros da Azambuja adiantam que os “constrangimentos hospitalares” podem originar um maior tempo de ocupação dos meios.

“Estamos preparados para reforçar o efetivo para que a resposta não seja comprometida”, acrescentaram.

Os Bombeiros Voluntários de Vialonga divulgaram na rede social Facebook uma mensagem semelhante, alertando para os problemas na urgência geral do hospital de Vila Franca de Xira.

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Sindicato acusa Grupo Trofa Saúde de controlar idas à casa de banho dos funcionários

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Os funcionários do ‘call center’ da Trofa do Grupo Trofa Saúde têm as idas à casa de banho controladas pela administração, acusou hoje em comunicado o Sindicato dos Trabalhadores de Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte.

A situação que, segundo o sindicato, “já dura há muito tempo, foi agravada na semana passada, quando a empresa decidiu afixar no quadro os tempos diários despendidos pelos trabalhadores nas pausas, que inclui pausas para a refeição e pausas para a casa de banho”.

“Nesta central de contactos do grupo, os trabalhadores são obrigados a registar no computador que usam um código (WC) quando se deslocam à casa de banho”, refere ainda o comunicado do sindicato que acusa a empresa de, com este comportamento, “violar a lei e a Constituição da República Portuguesa”.

As acusações do sindicato apontam ainda para “a criação nas unidades de saúde do Grupo Trofa Saúde” de “um sistema de banco de horas ilegal”, que obriga os funcionários “a trabalharem 10, 12 e mais horas diárias sem pagamento de qualquer trabalho suplementar”, que põem em causa, “de forma grave, a vida pessoal e familiar” destes.

Acrescenta o comunicado que o grupo “não paga a muitos trabalhadores o subsídio de turno de 15% previsto na contratação coletiva”, não os “classifica devidamente” e “paga salários muito baixos”, além de que “recusa aplicar a contratação coletiva aos trabalhadores das centrais de contactos”, bem como “o diálogo com o sindicato” e a participação “numa reunião no Ministério do Trabalho requerida pelo sindicato”.

Perante isto, o sindicato revelou ter solicitado “a intervenção urgente da Autoridade para as Condições de Trabalho”, descontente por “um dos maiores grupos económicos do setor da hospitalização privada em Portugal”, que “anunciou recentemente a abertura de um hospital em Luanda”, o fazer “à custa da exploração desenfreada dos trabalhadores”.

A Lusa tentou obter uma reação do Grupo Trofa Saúde, mas, até ao momento, não foi possível.

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