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Hospitais privados passam a receber doentes de Covid-19 para aliviar o SNS

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Os hospitais privados adiantaram  que vão acolher e tratar doentes com covid-19, dando cumprimento à norma da Direção-Geral da Saúde (DGS) para a fase de mitigação da pandemia, manifestando-se também disponíveis para internar outros doentes, aliviando o SNS [Serviço Nacional de Saúde].

“Se, até ao momento, e sempre de acordo com as orientações da DGS, os doentes covid-19 recebidos nos hospitais privados tinham que ser encaminhados para hospitais do SNS se necessitassem de internamento, a partir de agora, e ‘dentro das possibilidades de cada hospital, os hospitais privados assegurarão o internamento dos seus doentes diagnosticados com covid-19 e cujo internamento se justifique clinicamente. O mesmo acontecerá com os cuidados intensivos’”, lê-se num comunicado da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), que cita o seu presidente, Óscar Gaspar.

No comunicado, a associação justifica as novas orientações para o setor privado com o cumprimento da norma da DGS para a fase de mitigação, que se inicia às 00:00 de 26 de março, a qual determina que o modelo de abordagem aos doentes de covid-19 passa a ser aplicável às unidades de “todo o sistema de saúde”.

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MAI apela a empresas para facultarem documento que justifique deslocações

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O ministro da Administração Interna alertou hoje para as restrições de circulação durante o período da Páscoa e por isso apelou às empresas para que facultem aos trabalhadores um documento que justifique as deslocações fora do concelho de residência.

Em conferência de imprensa realizada após a quinta reunião da estrutura de monitorização do estado de emergência, realizada no Ministério da Administração Interna, Eduardo Cabrita disse que, entre os dias 09 e 13 de abril, vai haver “um conjunto de restrições à circulação muito significativas”, sublinhando que, durante este período, “apenas por razões imperiosas de saúde ou de urgência” e de trabalho se pode sair do concelho de residência.

Nesse sentido, apelou às entidades patronais para que preparem um documento que justifique, durante esse período da Páscoa, as deslocações fora do concelho da residência, indicando em que atividade trabalha e qual a razão.

O estado de emergência foi hoje renovado até 17 de abril com mais medidas restritivas, nomeadamente a proibição de grupos na rua com mais de cinco pessoas, além de regras mais apertadas de circulação para o período da Páscoa, como encerramento dos aeroportos e proibição de circulação fora do concelho de residência.

O ministro sublinhou que as polícias municipais vão ter mais poderes, passando atuar numa “cooperação expressa com as forças de segurança”.

O novo decreto do estado de emergência dá também, segundo Eduardo Cabrita, mais poderes às juntas de freguesias, que têm um “papel ativo muito importante” na consciencialização dos portugueses.

O ministro sublinhou que as juntas de freguesia têm agora “competência expressa de aconselhamento, recomendação e comunicação” às forças de segurança de situações de incumprimento.

 

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