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Homem oferece 200 quilos de fruta para evitar desperdício

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Foto: Facebook José Carneiro

Para não desperdiçar o excesso de ameixas produzidas este verão, João Rocha, morador na Rua Monsenhor Alves da Rocha, na freguesia de Cabreiros, em Braga, decidiu pôr sacos com a fruta em cima do muro de casa, para os cidadãos que quiserem pegar.

Já doou quase 200 quilos e “ainda há mais para colher”, assegura João Rocha ao Jornal de Notícias.

“Plantei cerca de 30 árvores de fruta e as ameixas brancas e vermelhas deram em grande quantidade. Para não desperdiçar, decidi deixar à porta de casa para quem quiser”, elucida o bracarense, confessando que, atualmente, passa a maioria dos dias em Viana do Castelo.

Segundo o jornal O Minho, a tradição já vem de outros tempos, quando os excedentes de fruta eram doados a quem passasse, na lógica “antes dar do que se estragar”.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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