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Hells Angels: Arguidos em liberdade proibidos de sair do país

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Justiça

Os 17 elementos do grupo Hells Angels detidos pela Polícia Judiciária na terça-feira saíram hoje em liberdade, após primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa, disseram à agência Lusa advogados no processo.

Segundo os advogados Martins Leitão e José Carlos Cardoso, os arguidos ficam sujeitos às medidas de coação de apresentações mensais às autoridades, e de proibição de contactar entre si e com outros elementos ligados aos Hells Angels.

Ficam ainda proibidos de contactar com os ofendidos, de participarem em concentrações ‘motards’, de marcarem presença em espaços habitualmente frequentados por motociclistas e, igualmente, impedidos de se ausentarem do país.

Esta manhã são interrogados no TIC mais dois arguidos que se encontravam no estrangeiro e que se entregaram na quarta-feira às autoridades.

O processo já conta com 87 arguidos. Os suspeitos estão indiciados, na sua generalidade, da prática de associação criminosa, homicídio qualificado na forma tentada, roubo, ofensas à integridade física graves, ofensas à integridade física qualificada, detenção de armas proibidas e tráfico de droga.

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Prisão preventiva para suspeita de matar marido em Alenquer

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A mulher suspeita de matar o companheiro com uma faca em Alenquer, no distrito de Lisboa, vai aguardar julgamento em prisão preventiva, depois de ter sido hoje presente a tribunal, disse à agência Lusa fonte da PJ.

No domingo à noite, depois de ter sido esfaqueado – alegadamente pela companheira, de 30 anos -, o homem meteu-se no automóvel e conduziu até um café da aldeia vizinha de Vila Verde dos Francos, também no distrito de Lisboa, para pedir ajuda, explicou à agência Lusa fonte policial.

Alertadas as autoridades, a vítima, de 33 anos, foi sujeita a manobras de reanimação, mas acabou por não resistir aos ferimentos e morreu dentro da ambulância à porta do café.

As autoridades policiais deslocaram-se à residência do casal e encontraram a mulher com sangue.

A arguida admitiu às autoridades ter sido a autora da facada, justificando que era vítima de violência doméstica, e foi detida pela Polícia Judiciária.

O casal tem dois filhos, que não presenciaram o crime e que foram entregues a familiares da arguida.

A Polícia Judiciária está a investigar as causas do crime.

 

Com Lusa

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